TEXTO DE HONORATO RIBEIRO DOS SANTOS.
Foi Lucas o autor do livro dos Atos dos Apóstolos. No seu evangelho,
como já foi explicado, ele afirma que JESUS nasceu em Belém e colocado
numa manjedoura. Jesus foi pobre, mas não vivia na pobreza para que Ele
nascesse tão miserável como uma pessoa sem eira e nem beira, nascendo
numa estribaria e seu berço foi uma manjedoura. A profissão de José era
carpinteiro; uma profissão de nome e de
famoso artista, naquela época. Jesus nasceu em Nazaré como qualquer
criança de classe pobre, mas não na pobreza. O próprio Lucas afirma isso
no Atos dos Apóstolos capítulo 1, 5, que os seguidores de Jesus eram
chamados de Nazarenos. O nome cristão foi aparecer lá pelos séculos II a
III;. e no século IV, com a organização da instituição da Igreja
Católica Apostólica Romana, o cristianismo foi substituído por:
CATOLICISMO. Mas não afastou o mérito de todos os católicos serem
cristãos e membro ativo do cristianismo. Todo católico deverá ser e
viver cristamente e cristologicamente. Não vai abalar a nossa fé e nem a
nossa salvação o relato de Lucas afirmando que Jesus nasceu em Belém só
para afirmar que ele era o Messias; pois muitos estavam duvidando que
Jesus não seria o Messias, porque nasceu em Nazaré. Não importa onde ele
nasceu. O que importa é que ele existiu, ensinou-nos a amar e perdoar e
ressuscitou para nos dá vida eterna. Vejam que Marcos e João começam os
seus evangelhos Jesus já adulto. Nenhum diz onde ele nasceu. Eu como
cristão atuante afirmo sem erro de errar que Ele nasceu em mim e vive em
mim. "Já não sou eu que vive, mas Cristo que vive em mim".
quinta-feira, 10 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
JESUS MORAVA NA ZONA RURAL.
TEXTO DE HONORATO RIBEIRO DOS SANTOS.
Vocês sabiam que Jesus morava na zona rural? Sim. A aldeia de Nazaré era na zona rural, bem como Galileia, Cafarnaum... Jesus pertencia a um grupo que desprezava a riqueza por nome de Nauin. João Batista, José e Maria pertenciam a esse grupo de família que optava pela pobreza. Se você ler as parábolas dos evangelhos verá que Jesus fala coisas da zona rural. "Eu sou a videira, eu sou o bom pastor, o bom pastor ama as suas ovelhas. As parábolas do joio e do trigo e do semeador; do grão de mostarda. Ele manda os discípulos colher espigas, no dia de sábado, Parábola dos operários da vinha; parábola dos vinhateiros homicidas. Todas essas coisas são da roça, da zona rural. Ele vivia nas terras férteis de plantações e criação de carneiros, ovelhas. Jesus era agricultor e convivia com eles. Tanto que ele afirmou que ele era a videira e seu Pai era o agricultor. Os povoados onde Jesus andava pregando, eram dominados pelo império romano. Lá havia os cobradores de impostos, os representantes religiosos como os fariseus, escribas e saduceus. Esses povoados ficavam abaixo do nível do mar. Jerusalém, a capital, fica acima do nível do mar. É uma cidade construida num monte alto, que para subir terá que andar quilômetros até chegar lá. Por isso o evangelho diz que Jesus subiu a Jerusalém. Tudo da lavoura, os animais eram levados para serem vendidos em Jerusalém. A gente tem que saber dessas coisas e da geografia, onde vivia Jesus. Tudo muda. A história muda, a civilização, os costumes mudam, mas a geografia, não. A terra de Israel é pequena, do tamanho dos estados do Ceará e Pernambuco.Jesus andava a pé nesses lugares ensinando, doutrinando, evangelizando. Ele e seus discípulos subiram a Jerusalém e lá eles, os religiosos O condenaram como impostor. A condenação mais bárbara, a morte de cruz.
segunda-feira, 3 de março de 2014
SERÁ QUE OS CRISTÃOS SABEM?
Honorato Ribeiro Dos Santos Será que os cristãos sabem qual a verdadeira Bíblia, principalmente os evangelhos? Será que todas elas, mais ou menos umas vinte edições diferentes e traduzidas foram copiadas nos papiros originais? No século IV, o papa Dâmaso I pediu a São Jerônimo, famoso teólogo e sabia fluentemente a língua grega, onde os evangelhos foram escritos, verteu-se para o latim. Mas, como todo mundo sabe que naquele tempo não havia gráfica e nem imprensa para da origem imprimir milhões de evangelhos. Como é que temos tantas Bíblias hoje, se a original do grego não há mais? Somente uma no Vaticano, outra no museu da Inglaterra e outra em outra versão em Alexandria. Agora me responda quem souber: Qual é a Bíblia verdadeira entre as vinte publicadas e traduções diferentes umas das outras? Será que não existem bastantes manipulações?
sábado, 1 de março de 2014
O QUE É CORRUPÇÃP?
O QUE É CORRUPÇÃO?
TEXTO DE HONORATO RIBEIRO.
Prezados leitores. Veja o que eu tenho a lhes dizer sobre esse assunto. Primeiro é saber o que é corrupção. Segundo é saber quem é corrupto. Terceiro é saber quem é corruptor. Para ter uma ideia geral de corrupção é saber que sabe e tem consciência disso, que corrupção é o ato de furtar ou roubar alguma coisa do outro aquilo que não lhe pertence. Exemplo: eu peguei um lápis do meu colega e ele ficou sem poder escrever, pois, era o único que tinha. O corrupto é todo aquele que adquire coisa ou coisas do outro ou dos outros a partir de pequeno objeto. Nós construímos ideias errôneas em si pensar que corrupção está somente nos políticos e não nas nossa más ações. Quem compra do outro e não paga é corrupto, pois quem o vendeu comprou e não foi adquirido gratuitamente. Terminando: Há vários tipos de corrupções dentro do lar, nas religiões, nos cargos públicos, nos poderes constituídos. Cada um diferente de outros, mas tudo aquilo que não lhe pertence e você adquire, até mesmo um lápis, não deixa de ser corrupção. Em assim sendo é ladrão também. "Atire a primeira pedra, se caso não seja corrupto, mesmo de um pequeno lápis.
TEXTO DE HONORATO RIBEIRO.
Prezados leitores. Veja o que eu tenho a lhes dizer sobre esse assunto. Primeiro é saber o que é corrupção. Segundo é saber quem é corrupto. Terceiro é saber quem é corruptor. Para ter uma ideia geral de corrupção é saber que sabe e tem consciência disso, que corrupção é o ato de furtar ou roubar alguma coisa do outro aquilo que não lhe pertence. Exemplo: eu peguei um lápis do meu colega e ele ficou sem poder escrever, pois, era o único que tinha. O corrupto é todo aquele que adquire coisa ou coisas do outro ou dos outros a partir de pequeno objeto. Nós construímos ideias errôneas em si pensar que corrupção está somente nos políticos e não nas nossa más ações. Quem compra do outro e não paga é corrupto, pois quem o vendeu comprou e não foi adquirido gratuitamente. Terminando: Há vários tipos de corrupções dentro do lar, nas religiões, nos cargos públicos, nos poderes constituídos. Cada um diferente de outros, mas tudo aquilo que não lhe pertence e você adquire, até mesmo um lápis, não deixa de ser corrupção. Em assim sendo é ladrão também. "Atire a primeira pedra, se caso não seja corrupto, mesmo de um pequeno lápis.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O BECO MAL ASSOMBRADO.
O BECO MAL ASSOMBRADO.
Aqui existe um beco que foi
apelidado de o Beco da Barrica. Nesse Beco havia uma barrica que rolava pelas
ruas da cidade, e muita gente correu assombrado ao deparar com ela. Ela saia sempre desse beco e corria atrás das
pessoas que encontrava solitário pelas ruas escuras. Sempre a barrica saia a
rolar fazendo muito barulho à meia noite de sexta-feira. Quem deparasse com ela,
corria assombrado com muito medo dela lhe pegar. Os comentários andavam de boca
em boca, na pequena cidade, mas ninguém tinha a coragem de se esconder, no dito
beco, para descobrir a verdade sobre essa barrica. Uns diziam que era fulano de
tal já havia falecido que era muito rico e deixou muitos bens dentro de uma
barrica. Outros diziam que era o caboclo d’água que saia do rio São Francisco
para pegar as pessoas e levar para o fundo do rio para comer. Era muitas estórias
que contavam as pessoas sobre essa barrica. Havia muitos que se encontraram com
ela saindo do beco, mas não tiveram coragem de enfrentá-la. Correram feito
louco fugindo dela. Até mesmo os cachorros uivavam, latiam e fugiam com o rabo
entre as pernas, quando deparavam com a tal barrica. As pessoas que moravam
perto desse beco, acordavam assustados ao ouvir o barulho da barrica rolando
pelos calçamentos com muito barulho. As crianças acordavam e saiam de suas
camas correndo para o quarto dos pais, quando ouviam o barulho dela passando à
porta de sua casa. Era mesmo uma visagem. Toda cidade comentava sobre a tal
barrica. Os rapazes, quando era dia de sexta-feira, não saiam à rua, não faziam
seresta e todos tinham medo dessa tal barrica mal assombrada. Os pais davam
conselhos aos filhos para que eles não saíssem à rua por causa da barrica.
Noite dessa, um ex-jagunço por
nome de Balbino, que lutou muito, nas rixas políticas dos coronéis, só andava
armado, e nunca teve medo de assombração, por não acreditar nela, ouvia falar
sempre nessa tal barrica, mas nunca se deparou com ela. Balbino tinha uma
amante numa rua distante da sua e resolveu ir à casa da amante, na noite de
sexta-feira, noite que diziam que a tal barrica saia e assombrava muita gente.
Pegou uma pistola e encheu de bala e dirigiu-se para a casa da amante. Ele
sempre passava por outra rua, que era mais perto, mas resolveu passar pelo Beco
da Barrica. Quando ele se aproximou do beco, ouviu o barulho da barrica e sacou
da arma e esperou que ela se aproximasse dele. A barrica sempre, quando via uma
pessoa, se dirigia a ela para que essa corresse assombrada. Enganou-se, pois o
ex-jagunço, Balbino já estava preparado, sacou da arma e deu dois tiros
certeiros na barrica. Quando o tiro acertou no alvo, ele escutou um forte
grito. O ex-jagunço Balbino correu para saber quem era a criatura. Ele estava
com uma lanterna na mão e focou na barrica e viu um homem saindo dela todo
lavado de sangue. Ele se aproximou cautelosamente e conheceu quem era. Era um
homem casado por nome de Faustino, pai de família, pescador e seu vizinho. Ele segurou
Faustino e levou-o para casa de um farmacêutico para fazer o curativo naquele
seu vizinho cheio de astúcia. A sua sorte é que a bala acertou nas nádegas e
saiu sem nenhuma gravidade. O farmacêutico deu uns pontos, dez o curativo e
perguntou:
-Andou brigando trocando tiro com
alguém, Faustino?
-Não. Não foi briga nenhum.
-E o que foi então?
-Invenção minha. Loucura de gente
que não tem juízo.
-Como assim?
-O senhor já ouviu falar numa tal
barrica que saia à meia noite de sexta-feira assombrando gente?
-Já sim. Mas, você não vai me
dizer que foi essa barrica que lhe fez esse estrago!
-Não. Foi esse meu amigo, o
Baldino que atirou em mim.
-Mas você brigou com ele?
-Não senhor. Eu era o cara da
barrica que assombrei muita gente, mas com ele foi diferente.
-Então, Fausto era você?! Só
rindo, só rindo mesmo. E agora, acabou-se com a misteriosa barrica, não é
senhor Fausto?
-Serviu-me de lição. Ele não tem
nenhum culpa por ter atirado em
mim. Em mim não, na barrica.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
PARECE UMA HISTÓRIA INFANTIL.
PARECE UMA HISTÓRIA INFANTIL.
MAS É UMA CLÁSSICA
TEOLOGIA.
Texto escrito por Honorato
Ribeiro dos Santos.
Um grupo de sábios sacerdotes
escreveu o livro dos Gênesis, pois os hebreus estavam exilados como escravos na
Babilônia. Como escravos não tinham liberdade de praticar a sua religião
monoteísta e nem adorar o único Deus criador de todas as coisas visíveis e
invisíveis. Não havia descanso nenhum nem para louvar o seu Deus Javé. Foi, nesse
período de escravidão, que começou a escrever esse livro cheio de simbologia,
de metáforas, com a finalidade de preservar a sua cultura religiosa, a sua fé
em Deus, deixada pelos patriarcas a partir de Noé e Abraão. O povo hebreu era o
único povo monoteísta, por isso se tornou o povo eleito de Deus.
O relator desse livro dos Gênesis
escreve a história do passado, do presente e do futuro. Do passado ele começa a
escrever o que Já se havia criado e retoma para o presente toda obra da criação.
Nada é novidade para os seus olhos, pois tudo já havia sido criado e estava
diante de seus olhos. O mais interessante é que ele afirma que tudo é obra de
Deus e tudo que ele criou é bom e perfeito. Não há maniqueísmo nenhum. Tudo é
belo e perfeito. No passado ele vê que o homem foi criado por Deus e era bom e
perfeito; era feliz e vivia no Paraíso e estava Deus à sua presença. Mas,
diante de seus olhos, ele via que esse homem deixou de ser perfeito e bom. O
homem se tornou um rebelde, egoísta e pecador. Foi assim que ele escreveu e
procurou a causa de onde veio o erro, o pecado original etiologicamente. Por
causa desse pecado original atraiu outros pecados de ofensa maior a Deus: o
pecado mortal. Nascendo o pecado capital criado pelo próprio homem, veio,
então, a morte. –A morte é a paga do pecado - . Não diz o autor que pecado
cometeu, mas afirma que toda humanidade herdou dos primeiros viventes o pecado
original e a morte. Buscando esclarecer o erro cometido no Paraíso ele escreve
uma mitologia numa visão cheia de simbolismo, metáforas, para justificar de
onde nasceu o pecado. Assim ele narra o que ele está vendo:
No primeiro dia da criação ele
relata: “No princípio, Deus criou os céus e a terra. A terra estava informe e
vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as
águas”... Este foi o primeiro dia... Veja que para o autor nada é novidade,
pois os seus olhos estavam vendo tudo já criado. Aí ele escreve uma
teologia-etiologia cheia de mitos e simbologias. Continua ele descrevendo:
“Deus disse: “Faça o firmamento entre as águas e separe ele uma das outras”...
Foi o segundo dia... Já havia o firmamento, portanto não há novidade nenhuma
perante os seus olhos. Deus disse: “Que as águas que estão abaixo dos céus se
juntem num mesmo lugar, e apareça o elemento árido”... Foi o terceiro dia. Deus
disse: “Façam-se luzeiros no firmamento dos céus para separar o dia da noite;
sirvam eles de sinais e marquem o tempo, os dias e os anos; e resplandeça no
firmamento dos céus para iluminar a terra”.... Foi o quarto dia... Deus disse:
“Pululem as águas de uma multidão de seres vivos, e voem aves sobre a terra,
debaixo do firmamento dos céus”.... Foi o quinto dia. Até o momento nada há de
novidade para o relator dessa história porque os seus olhos estavam acostumados
a veem as aves, peixes e a chuva cair do céu. Deus disse: “Façamos o homem a
nossa imagem e semelhança.”... Foi o sexto dia... [Gen 1, 1-31]. Aqui ele
afirma a Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, pois o verbo está no plural:
“Façamos”. Homem é toda a humanidade masculina e feminina. Aqui nesse relato se
esconde um sincronismo da presença do filho que será o novo Adão.
Não há novidade nenhuma nesse
relato, pois o autor faz uma analogia do que está vendo. O mais importante
desse relato é que ele afirma que é Deus o criador de tudo. E tudo ele afirma
que Deus viu que era bom. Ao afirmar essa verdade que tudo é bom o que Deus
criou, ele relata que o que não é bom é culpa do homem que quis ser maior do
que o seu criador. Quis caminhar e passar do limite; andar com suas próprias
pernas, dependente sem a ajuda de Deus. E não é assim que vive o homem até
hoje? Nada é novidade o que ele escreveu. Tudo estava perante os seus olhos e
aos nossos também. Aqui ele cria uma mitologia: Adão, Eva, cobra... [Continue
na próxima página]...
Quando Deus fez o homem trouxe os
animais de várias espécies para o homem dar-lhes o nome e se lhe agradava para
seu desejo. O homem deu o nome a todos, mas nenhum lhe agradou. Então ele fez a
mulher. Quando o homem acordou e viu a mulher a seu lado disse: “Eis agora
aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne de minha carne; ela se
chamará mulher, porque foi tomada do homem. Por isso o homem deixa o seu pai e
sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne. Aqui,
nesse relato, nasceu o matrimônio conjugal do homem e a mulher. Nesse relato há
alguma novidade? Não é assim a sociedade formada de uma família? Veja que nesse
relato ele afirma que Deus chamou todos os animais para que o homem desse o
nome a cada um deles. E não é verdade que tudo que existe, na criação: animais,
vegetais, minerais, nomes de todos os planetas e o que há em outras galáxias
foi o próprio homem que deu o nome em tudo? O tempo cronometrado, dia, noite,
ano, tudo foi criado pelo homem. Nada nesse relato é novidade, pois ele escreve
o que já tem conhecimento da história e da geografia; da matemática e da
ciência. Só que os números são simbólicos e não são números matemáticos e nem
aferíveis, bem como as personagens. Para Deus, não há cronometragem e nem
tempo, pois ele está fora do tempo, porque ele não teve princípio e nem terá
fim.
Veja a criação de mitos para ser
transformados em verdade: No sexto dia Deus fez o homem à sua semelhança, isto
é, perfeito e bom. O erro veio depois de o homem usar o livre arbítrio e querer
ser mais de que seu Criador. Aqui, o autor faz uma redação mitológica de
serpente, da árvore da vida e outras que dá fruto bom e mau. Tudo é simbólico e
metafórico para dizer como nasceu o pecado. Mas ele não diz que pecado foi. Só
sabe que toda a humanidade é pecadora.
Explicando a mitologia da
serpente, esta era adorada pelos povos politeístas como a deusa. E o relator
afirma que essa deusa é má e sedutora. Ela representa todas as consequências do
mal que o homem pratica. Todos nós carregamos na nossa consciência essa
serpente que nos incomoda a dizer que somos deuses e somos dependentes e Deus é
um ciumento. O homem anda até hoje querendo andar com seus próprios pés e
divorcia-se de Deus com essa atitude de ouvir a serpente. A simbologia da
serpente não enganou a mulher, mas engana até hoje a humanidade. Há várias
espécies de serpentes e todas são venenosas, mas o homem adora-a e dela faz-se
seu deus e por causa dela há conflitos, guerras, dominações e cada vez mais a
torre de “Babel” sobe, mas não se encontra com o seu Criador. Tanto a árvore do
bem, do mal e a serpente, a humanidade carrega em si mesma essas imagens. E se
tornou escravo delas. Todos têm a tendência de fazer mais o mal do que o bem. Todos
nós somos forçados a fazer o mal ou o bem por causa da lei. Nem a Lei de Deus e
nem a dos homens é boa para ser cumprida pelo homem. Andamos de muleta, cuja
muleta é a lei. Nisso somos escravos da Lei. Vou dar um exemplo: Quem gosta de
pagar imposto de renda ou outro qualquer? A de Deus: Quem gosta de amar o seu
semelhante e ver nele o próprio Deus? Amai o próximo como a mim mesmo? Perdoar
os inimigos? Fazer o bem sem exceção? Tudo isso é difícil para o homem cumprir
com amor e não por obrigação. Existe uma lei natural que eu não posso fazer o
mal. E quando eu faço a sociedade me cobra e me pune, a justiça me pune. E de
Deus eu deixo de receber a sua graça porque O ofendi. Não podemos deixar a
muleta: a Lei. Já o justo não precisa de lei. Não anda de muleta.
A história do Gênesis é a nossa
própria história. O relator descreve o que já é conhecido há muito tempo: do
passado, do presente e do futuro. Nada é novo para ele e nem para nós. O pecado existe até hoje e perpetua, na
política, na família, na sociedade e nas religiões, pois ninguém quer caminhar
juntos como irmão, irmã, sendo um só pai: Deus. O Deus trino é uma forma de
catequizar e ensinar a unidade entre os homens, mas, na realidade só há um Deus
verdadeiro de Deus verdadeiro, que se encarnou para mostrar a humanidade como
deve viver perfeita como aquele que se tornou homem: Jesus Cristo. Ele é o novo
Adão, que morreu para destruir a morte da morte causada por Adão, o pecador, que
a humanidade herdou. Todos nós devemos ser um novo Adão, um cristo para o
outro. Mas tudo sem ideologia, mas com a pureza da alma e a beleza do amor: “A
sabedoria”. Pela sabedoria nós recebemos o dom da perfeição: Dom natural e o
dom sobrenatural. Não há separação para agradar a Deus se não agir com as duas
ações reciprocamente. É assim que age o cristão, a cristã imitando viver como o
Cristo Jesus. Aceitar Jesus é viver como ele viveu: amando e perdoando;
praticando a justiça e denunciando as injustiças dos injustos: demônios de
carne e osso sempre presentes: na política, na sociedade, na família e na
igreja como joios. O Adão e a Eva de hoje geram menos Abel e mais Caim; ambos
de carne e osso. Aqui, não há mais simbologia, mas a realidade do mundo em que
vivemos. Adão é a humanidade masculina
pecadora e Eva a humanidade feminina pecadora. Abel é o cristão que vive como o
Cristo; Caim é todos os que praticam o mal: o genocídio, fratricida ontem, hoje
e até o fim dos tempos. O mundo está cheio de Caim, não mais um simbolismo, mas
real de carne e osso. E poucos são o que se parece com Abel, simbolismo de
Jesus Cristo.
Hagá Ribeiro.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
A MORTE NÃO É NADA.
A MORTE NÃO É NADA.
A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu, vocês são vocês, o que quero para vocês, eu continuarei sendo. Vocês vivendo no mundo das criaturas, eu no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim que meu nome seja pronunciado como sempre foi sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou de tristeza. A vida significa tudo o que ela sempre significou cortado, porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho... você que aí ficou, siga em frente, a vida continua linda e bela como sempre foi".
[Santo Agostinho].
A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu sou eu, vocês são vocês, o que quero para vocês, eu continuarei sendo. Vocês vivendo no mundo das criaturas, eu no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim que meu nome seja pronunciado como sempre foi sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou de tristeza. A vida significa tudo o que ela sempre significou cortado, porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho... você que aí ficou, siga em frente, a vida continua linda e bela como sempre foi".
[Santo Agostinho].
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