sexta-feira, 11 de setembro de 2020

 

OS DOIS IRMÃOS FRATRICIDAS.

Por Honorato Ribeiro dos Santos.

Carinhanha tem um povoado que tem o nome de Angico. Fica à margem esquerda do Velho Chico. É o povoado mais próximo da sede. Mas houve uma luta entre dois irmãos que amarram a camisa cada um e cada puxou a faca e começaram a luta de ódio entre os dois irmãos. A barbaridade foi tão grande que acabou os dois morrendo esfaqueados. Pois as camisas estavam amarradas e nenhum deles poderia fugi. Não se sabe a causa da luta dos dois irmãos. Quem vai pela estrada de Carinhanha a Angico, a gente vê as duas sepulturas e as duas cruzes fincadas nelas. É uma história que se lembra ao ver as cruzes na sepultura de cada irmão fratricida. Estas cruzes estão na beira da estrada de Carinhanha a Angico, município de Carinhanha. É uma história triste e ninguém sabe o porquê desta loucura de ódio e de vingança entre os dois irmãos. Não sei quem são os pais e nem parentes e aderentes deles. Só sei que houve deveras esta luta entre os dois irmãos, que resolveram amarrar a camisa uma e do outro, a fim de não fugir ou para não escapar da barbaridade e ódio entre eles. A briga não se sabe o porquê e nem a loucura de amarrar a camisa uma na outra. Teria que se esfaquear os dois sem desistir e escapar-se. Venceria quem fosse o mais forte. O ódio um do outro foi a maior barbaridade que já houve. A história é triste e sem resposta dos irmãos fratricidas. A história que se ler na Bíblia de Esaú contra o seu irmão Jacó, foi porque ele, Esaú vendeu a sua primogenitura pelo prato de lentilhas. Mas, aqui nesta história dos dois irmãos fratricidas, não se sabe o que passou na cabeça de ambos essa loucura. Só sabe que encontraram os dois mortos e as camisas amarradas uma a outros e ambos picados de faca e cujas facas encontraram ao lado dos corpos. Foi uma decisão bárbara entre os dois irmãos que todo o mundo ficou chocado. Quando um irmão mata o outro irmão e chamado de fratricida. Foi o que aconteceu. Os dois foram fratricidas. Etimologicamente esta palavra vem do latim: Frater é irmão, Cida é matar alguém, fratricida é matar o próprio irmão de pai e mãe.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

 

MINHA TERRA MINHA VIDA

Por Honorato Ribeiro dos Santos.

Carinhanha já foi o maior município do Brasil, ainda sendo Vila de São José de Carinhanha. O seu nome veio de idioma indígena que significa Loca de Sapo. Esta é a primeira origem. A outra veio do nome do rio, que é afluente do Rio São Francisco. Este rio que nasce no planalto de Goiás havia muitas arinhanhas, daí foi se transformando em Carinhanha. Arinhanha é uma espécie de cachorrinhos que tem sua cauda como a pá de um remo, que e também conhecido por “lontra.” Dizem que foi um português por nome de Manoel Nunes Viana, que em 1711, fundou um povoado, construiu uma capela, e escolheu como padroeiro, o Glorioso São José. Em 17 de agosto de 1909, tornou-se cidade e sendo o primeiro intendente, o coronel Francisco Luiz da Cunha, conhecido por Chico Timóteo. E assim, Carinhanha foi governada por vários intendentes, que eram nomeados politicamente até o ano que em todo o Brasil houve eleição e quem teve mais voto foi eleito como prefeito em 1947 e governou até o ano e 1951, o prefeito Alípio José de Moura. E a minha terra não teve muita sorte em ter um prefeito que a desenvolvesse contendo várias empresas e com bons empresários. Continua a dormir a espera do “porvir de heróis de capacidade’ como reza o seu Hino pelo autor que ora está escrevendo a sua história. Tempos idos a cidade ganhou o maior presente de educação. Foi a criação do Ginásio São José. Que funcionou na casa da careta, arquitetura de Arte Barroca. Foi assim que Carinhanha desenvolveu, pois vieram jovens de várias cidades estudarem aqui. Vieram de: Correntina, Santa Maria da Vitória, Coribe, Cocos, Feira da Mata, Paratinga, Bom Jesus da Lapa, Manga, Matias Cardoso, Itacarambi, e os estudantes daqui, iam estudar em Januária. Depois que criou o Ginásio São José  eles transferiram suas matrículas para aqui. Carinhanha perdendo as Vilas como Malhada, Cocos e Coribe, reduziu—se no que é hoje. Mas ela não cresceu economicamente e nem se desenvolveu com prédios de andares e comercialmente é pobre. Tudo agora vem de fora, mas perdeu uma grande riqueza comercial: Os vapores e as barcas a motor que traziam muitas novidades e corria dinheiro à beça. O Rio São Francisco não é mais aquele Rio que ligava cidades e os caixeiros viajantes vinham nos vapores trazendo suas amostras de tecidos para os donos de lojas.Ganhavam dinheiro os garotos vendendo suas quitandas, os que tinham carro de boi, os carregadores  de saco de arroz, feijão, rapadura, açúcar de forma e refinado, cachaça Caribé e Dominante e outras bebidas alcoólicas; banha de porco e tocinho que vinham nas tropas de burro conduzidas pelos tropeiros de Cocos e Coribe. Era o tempo que Carinhanha corria muito dinheiro; ainda havia a usina de algodão com fardo de cem quilos de José de Oliveira Lisboa e a de João Martim que vinha de Ramalho no caminhão de Isidório Martins. E depois veio Raimundo Boiota que comprou um caminhão e ele mesmo dirigia e trazia fardos de algodão do Ramalho e descarregava no cais para os vapores levarem para Pirapora e de lá para São Paulo de trem de ferro, a Maria Fumaça. Era a industria do ouro branco. Hoje só ficou a lembrança e Carinhanha empobreceu. Muitos homens ricos filhos daqui foram se embora. Uns foram para Belo Horizonte e outros para Salvador e São Paulo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

 

EU SOU O VERBO.
Crônica de Honorato Ribeiro dos Santos.
Assim começa a gramática a dizer-lhe quem o sou: “Verbos são palavras que indicam ação, estado ou fenômeno da natureza.” Que complicação a gramática faz comigo! E mais complicado ela diz: “Os verbos estão distribuídos em três conjugações: os da primeira conjugação em ar; os da segunda conjugação em er; e o da terceira conjugação em ir. Que complicação a gramática faz comigo, é uma loucura! Se sou uma só pessoa ela me divide em várias? Não é para deixar as pessoas loucas? Veja a mais complicação que ela faz: “O verbo muda de forma para indicar a pessoa, o número, o tempo e o modo”. Já pensou que complicação louca? É de arder a cuca do estudante e dos sábios. Eu sou uma pessoa por nome de batismo e registrado em cartório: Verbo. Eu não sou Deus para ser tão místico assim. Depois ela, a gramática, diz: “O verbo varia em número e pessoa: Eu, tu, ele; nós, vós eles”. E “você” onde fica nessa história de regras? “Você” também não é pessoa? Aparece o aluno inteligente e pergunta: E por que a gente usa mais você de que tu? Então ela vem com aquela história arcaica e explica: Você é o antigo “vosmicê,” que hoje é vós e não mais vosmicê. O aluno pergunta: E por que usamos vós que é plural a uma pessoa? Vós sois meu aluno. Não deveria se: Tu és meu aluno? Mas a dona gramática fica revoltada e com razão. Tu é o singular de vós e não de você. É difícil a flexão do verbo na segunda pessoa do plural: vós. Olha como a dona gramática exige que se use o plural de tu: Vós dissestes a verdade. Vós sabíeis que sou professor? Mas é mais fácil usar você que vai para a terceira do singular, embora você seja da segunda pessoa do plural: Vosmicê. E não você que fica na terceira pessoa do singular. Agora, dona gramática, você complicou tudo! Eu vou mudar para Portugal, pois lá não há essa complicação toda. Lá é: Eu que falo para ti (tu), eu e tu falamos dele. (de+ele=dele), terceira pessoa. Não fala você no lugar de ele. Bem, gostaria de que eu não fosse tão complicada assim, mas o meu nome é gramática e terão que me respeitar. Mas sou complicada mesmo. Nasci assim e assim serei para ser usada no meu lugar devido. Agora, vem a mais complicação. Tempo do verbo que são três: Presente, passado e futuro. Vem mais outra complicação: O pretérito divide-se em três: Pretérito perfeito, pretérito imperfeito e pretérito mais que perfeito. Entendeu? Eu, não! Como posso entender se a minha professora primária não existe mais? Expulsaram-na das escolas. Vai aprender sabatina agora com quem? E o beabá do ceacá ceocó... Um bê com a é beabá? E quem irá ensinar tudo isso na íntegra das flexões verbais dos verbos regulares, irregulares, anômulos; os transitivos e os intransitivos? E os verbos auxiliares e os verbos de ligações? Por isso é que eu sou uma pessoa muito difícil de usar-me e colocar-me no meu devido lugar, pois eu sou complicada. Sabe por quê? Eu é que determino o sujeito. Nós somos irmãos gêmeos. (( O sujeito e o verbo). Às vezes eu não apareço e fico escondido em “zeugma”. Agora vem outra complicação. Veja o que diz a dona gramática: O futuro divide-se em futuro presente e futuro do pretérito. Não complicou mais ainda? Se é futuro é aquele que ainda virá; é o porvir. Agora ela diz que é pretérito, isto é, passado do futuro!? Que coisa mais complicada! Depois ela diz que existem modos. Que modos são esses, meu Deus?! É de rachar a cuca. Aí ela, isto é, a gramática, explica: Os modos dos verbos são: Indicativo, subjuntivo e imperativo. E não para com a loucura dela. Sabe o que ela diz: O imperativo pode ser: afirmativo ou negativo. Agora que complicou tudo! Dá para você entender? É ou não é ou deixa de ser. Ou você é o meio do campo ou lateral direita, mas tem que fazer gol e não levar de “sete a um”. Ainda ela vem novamente a complicar: Formas nominais do verbo: Infinitivo pessoal e impessoal; gerúndio e particípio. Está louca, dona gramática!? Quer deixar a gente louca? Eu sou uma pessoa tão simples, que o Mestre dos mestres afirmou que Ele é o “Verbo de Deus feito homem”. Eu sou uma pessoa divina e respeitada. Não sou assim tão complicado como a senhora, dona gramática. Quer fazer-me de místico? Não, não o sou. Sou apenas o verbo que comunica, que aviso, que sempre estou na boca de todos sem exceção. Sem mim nada poderá fazer. Todos sem mim ficam mudos e surdos. Agora, direi a verdade: Eu sou complicado; e, muitas vezes sem saber me usar, me assassina sem perdão. E isso é muito ruim para o desenvolvimento econômico de um País como o nosso. Opa! Esqueci-me de uma coisa mais complicada ainda que a dona gramática explica, mas não explica. Sabe o que é? Você se lembra que ela disse que os verbos têm três conjugações? E eles terminam em ar, er ir? Lembra que ela afirmou? Mas onde fica o verbo por e seus derivados, pois não existe conjugação de or! Ela não é complicada de mais? Agora alguém inteligente lhe perguntou: E o verbo por, dona gramática, donde é que ele apareceu? E ela, com a cara de pau, vai ao baú do século XIX, e retira para explicar. E diz bem calma e erudita: Havia um verbo que era o verbo “poer”, da segunda conjugação. Por não lhe usar mais, se tornou “arcaico” e se abreviou em por. Poré da segunda conjugação, (er) entendeu? Puxa, dona gramática, agora eu estou satisfeito com a sua explicação. Mas nas escolas existe uma professora como a senhora? Existia nos meus tempos do “latim”. Mas hoje virou sucata a escola em todo país, e faz de conta que eu ensino e faz de conta que eu aprendo; e adeus verbo, nem quero saber quem o é. E por que nós vivemos num País latino Americano? Se não falamos mais o latim?
Agora, “estudante do Brasil, tua missão é a maior missão”... Quer aprender sem mim, fica difícil se comunicar com o mundo de hoje: Mão de obra boa para aprender e ensinar. Dona gramática pede humildemente que haja boas escolas e bons professores em todo Brasil como exige a dona gramática. Eu ouvi um senador dizer: “Seje mais coerente, caro colega” Doeram os meus ouvidos.
Um forte abraço desse seu amigo: O VERBO.


segunda-feira, 17 de agosto de 2020

 

A MOÇA DA JANELA.

POESIA POR HONORATO RIBEIRO..

 

NA RUA DOIS DE JULHO

ONDE PASSO SEMPRE, SEMPRE,

NUMA CASA TODA MODESTA

DONDE O SOL DECLINA À SUA FRENTE.

HÁ UMA LINDA MOÇA QUE SEMPRE ESTÁ

NA JANELA, TÃO LINDA E TÃO CONTENTE!

 

OLHA A MOÇA DA JANELA!

DE OLHOS PRETOS E BRILHANTES!

DE LÁBIOS RUBROS ENTRE ABERTOS!

DE FEITIÇO DOMINANTE,

MAS SEU PERFIL É SINCERO,

TÃO SINCERO E FASCINANTE!

 

MAS A MOÇA DA JANELA

É TÍMIDA COMO UMA FLOR!

QUE AO PEGÁ-LA SE DESPETALA

DEIXANDO SEU GRANDE OLOR.

MAS AO DEIXAR O SEU PERFUME

TRANSFORMA-SE NUM GRANDE AMOR.

 

SABE COMO CHAMA ESTA MOÇA?

QUE NA JANELA SEMPRE ESTÁ?

O SEU NOME É UM PSEUDÔNIMO

NINGUÉM SABE LHE CHAMAR;

SOMENTE EU SEI O SEU VERDADEIRO NOME,

SOMENTE EU SEI LHE CONTEMPLAR!

THE END.

sábado, 11 de julho de 2020

TALVEZ SEJA UMA HIPÓTESE


TALVEZ SEJA UMA HIPÓTESE!
Por Honorato Ribeiro dos Santos.
Você caminha vinte passos para frente e ele caminha vinte passos recuando para trás e sempre o infinito azul afastando cada vez mais. Existe um infinito, que não é finito, mas é definitivamente azul por causa da distância infinita e os nossos olhos somente alcançam uma distância finita. Um avião partiu de um ponto e viajou 24h e chegou ao mesmo ponto de partida. Mas há mistério ou uma hipótese que tenham outros mundos habitáveis! Questionemos: Se o nosso sol é da quinta grandeza e existem habitantes, e os demais que é maior do que o nosso não existem habitantes? Deus iria fazer mundos, sois para não haver habitantes? E os outros sois que existem? Da primeira e até a quarta grandeza, para luminar quem? Para jogar seus raios e suas fotossínteses para um vácuo? Para nada de vida? Eu creio que existem habitantes mais inteligentes, mais coerentes, e que tenham uma tecnologia avançadíssima do que a nossa. É uma hipótese? Creio eu que não. Se o mundo é infinito, Deus só iria escolher a Terra para haver o ser humano? Não e não. Não sou cientista, mas a minha crença não é uma hipótese. Todavia creio eu que exista planeta habitável, de gente super-inteligente, e que vive sem guerra, sem dissensões, anarquia, vandalismo como a Terra, que pertence ao quinto sol. Não é uma hipótese minha. Eu tenho certeza, que o sol da primeira grandeza existe habitante. Para que, então, Deus fez tão grande maravilha de sois, se não há ninguém para contemplar e viver uma vida maravilhosa de esplendor e de beleza espetacular em vendo a abóbada celestial mais bela, cinco vezes mais do que a nossa! Para que tanto sois, se não há habitantes para enxergar, respirar aspirar a riqueza em abundância que Deus fez!? Parece-me que não é uma hipótese, mas uma realidade, embora para nós seja um grande mistério! A religião fala que há céu. E onde ele fica? Responde os religiosos: Onde fica Deus com seus anjos e santos. Mas quem responde é a fé e ela não é ciência que tem que provar. A fé é um dom de Deus, Ele dá gratuitamente. A fé é um substantivo abstrato, mas, embora nós não toquemos e nem vemos Deus, mas sentimos a sua presença. Deus é um substantivo concreto, porque ele existe e mandou o seu Filho nascer de uma mulher, para que a gente visse o rosto de Deus. “Quem me vê, vê Deus, pois somos um só.” Mas voltemos a falar de outros mundos habitáveis. Você já ouviu falar ou já leu sobre as pirâmides do Egito? A última pedra que existe no pico da pirâmide tem uma tonelada? Pois é. E não havia guindasse nem cabo de aço. Como foi que colocaram a última pedra de uma tonelada? Já ouviu ou já leu a estátua de Rod? Um gigante homem que um pé pisa à margem esquerda do Mar Ageu e o outro pé na outra margem e ele com uma tocha na mão acesa para iluminar os navios que passava entre as pernas deles. Que construiu este gigante? E encontraram uma casa de dois andares toda de pedra maciça derrubada deitada de lado. Quem a derrubou? Não há resposta. Alguém escreveu um livro com o título: ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS. Eu li todo o livro escrito por um jornalista. E nele conta muitas coisas impossíveis de o homem aqui, naquela época, ter construído. E existem outras coisas que o homem não descobriu ainda, pois existem segredos e mais segredos.

O QUE É VERDADE?
Por Honorato Ribeiro dos Santos

Todo mundo sabe e fala esta palavra filosófica, entretanto, é difícil vivê-la, difícil entendê-la, difícil compreendê-la, pois até Jesus Cristo perante Pôncio Pilatos, governador romano e se calou, quando Pilatos perguntou—lhe: O que é verdade?. Cada um tem seu ponto de vista num ponto final. Mas a verdade é bem diferente e muito autêntica e é a única, como 2+2=4. É ou não é. A história do Brasil e a do mundo que a gente estuda na escola e faculdade é a verdadeira história? A filosofia de Sócrates é a mesma que estudamos hoje? Encontraram algumas fagulhas, pedaços já estragados e deles montaram a afirmar que é verdade. Para o mundo, ontem era uma verdade, mas hoje já é outra e tudo se transforma. Mas a verdade de ontem, de hoje e do amanhã é sempre a mesma, não muda, não deforma, não envelhece; tudo acaba, menos a verdade. A verdade é o próprio Jesus Cristo perante Pilatos e ele ignorou como muitos hoje  ignoram. A mentira reina e cada canto do mundo. Irei apontar algumas coisas que acreditamos em sendo verdade, mas não é. Umas delas: Jesus Cristo nunca falou a palavra verdade como narram os evangelhos. Jesus nunca falou meus apóstolos e sim meus discípulos. Jesus nunca falou: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja. Jesus nunca falou a palavra igreja e nem nunca ouviu falar. A palavra igreja significa caminhar para fora e não ficar em quatro paredes. Criaram a verdadeira mentira e espalhou—se no mundo inteiro: LEIGO. Dizem eles que leigo é aquele que não sabe e nem é formado como seja um médico, um arquiteto, um advogado. Se eu sou médico e você não é, você é leigo, mesmo sendo professor de faculdade. Mas a palavra LEIGO, significa POVO DE DEUS. Em assim sendo, todos nós somos povo de Deus. Outra coisa que muitos não sabem, são os paramentos que os presbíteros usam nas celebrações eucarísticas e outras celebrações. Estas vestimentas são herança dos reis de Roma que eram pagãos. Jesus e os apóstolos nunca vestiram estas indumentárias. São coisas que depois que se oficializou a Igreja Católica Apostólica Romana, no século IV, é que vieram usar. A Bíblia também foi usada já na Idade Média, antes eram os pergaminhos. São Jerônimo, grande poliglota e teólogo, foi ele quem passou dos pergaminhos para a Vulgata, língua falada no império Romano, o latim. Outra grande polêmica que vou criar para os que não entendem de teologia e etiologia é dizer que um bípede, uma pomba coloca-se num altar e num andor e afirmam que é o Divino Espírito Santo!? A própria Igreja Católica no seu catecismo afirma que Deus não tem corpo como nós, pois Ele é Espírito, sopro, vento. E como fizeram a imagem de Deus a chamar o Divino Pai Eterno!? Se o Pai Eterno não tem corpo como nós, por que, então, fazem a imagem dele? Não entram em contradição? Se Deus não tem corpo, como pode fazer a imagem de um velho sentado com a bola do mundo na mão! Uma pomba pode ser semelhança de Deus? Depois afirmam que santo e santa têm poder de fazer milagre, quando o próprio Jesus afirmou que somente o Pai poderá realizar milagre. Depois Ele afirma: Quem me vê, ver o Pai, porque Eu e o Pai somos um só. Jesus Cristo é a Trindade. Jesus afirmou que no céu há dois tronos. O Pai sentado no trono e o Filho sentado à direita do Pai, donde há de julgar os vivos e os mortos, no dia da sua parusia e a escatologia no final de todos os séculos. O Céu está dentro de cada um que praticar o que Jesus ensinou.