quarta-feira, 29 de junho de 2011

Entrevista ao demônio.

Entrevista ao demônio.

ENTREVISTA AO DEMÔNIO.
Conto. Honorato Ribeiro.

Um jornalista encontrou com um moço bem vestido e bem apresentado e o enterrogou?
-Você sabe me dizer, por que há muitas corrupções no Brasil?
-Dizem que sou eu o culpado.
-Como assim!?
-Se há assalto, se há pedófilo, se há assassinatos, se há classes e famílias divididas e desajustadas acusam-me. Não sei porquê!!!
-E qum é você? Posso saber?
-Mas você é meu conhecido, pois é quem comunica tudo o que eu faço.
-Não entendi...
-Sou satanás.
-Satanás? Bonitão e tão bem vestido assim?
-Claro. Por isso vocês me confundem e me acuzam de coisas que nunca mandei ninguém praticar.
-Não mandou?
-Não. Não mandei. Aliás, o mesmo arbítrio que Deus me deu, deu também pra vocês. Você é que não sabem usá-lo e põe a culpa em mim.
-Mas as igrejas pregam que você é o culpado de todas as coisas ruins...
-Não é verdade. Eles, os pregadores, é que não têm a coragem de dizer que são o poder e o dólar. Quem tem poder é intocável; quem tem dólar é poderoso e faz calar a boca de todo mundo.
-Menos a minha.
-Tire o dólar de sua mão para ver se você faz reportagem. Você não vai querer viver favelado e desprezado, vai?
-Mas quem estuda e tem diploma tem que ganhar dólar.
-Quem lhe disse isso?!
-É o sistema.
-Você já ouviu falar num homem que nasceu numa periferia, ensinou a usar bem o livre arbítrio, só falava a verdade e condenava o dólar, e o mataram?
-Sim. Eu sou fã dele.
-Você fala de mim que sou tentador, mas é mentiroso. Por que não anuncia e faz reportagem gratuitamente como ele. Eu o atentei, mas não O venci, pois Ele soube usar o seu livre arbítrio. Vou lhe dá um conselho:
-Fale.
-Não me acuse de nada o que está acontecendo aqui, pois, vocês são tão idiotas que não sabem usar o livre arbítrio como os que vocês condenaram numa cruz. Eu respeito Ele, sabia? Eu sei quem Ele é. Vocês é que são os destruidores desse planeta. Não ponha a culpa em mim e nem Nele. Estou lhe esperando. Thiau...
hagaribeiro.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Entrevista ao demônio.

Texto

Entrevista ao demônio.

ENTREVISTA AO DEMÔNIO.
Conto. Honorato Ribeiro.

Um jornalista encontrou com um moço bem vestido e bem apresentado e o enterrogou?
-Você sabe me dizer, por que há muitas corrupções no Brasil?
-Dizem que sou eu o culpado.
-Como assim!?
-Se há assalto, se há pedófilo, se há assassinatos, se há classes e famílias divididas e desajustadas acusam-me. Não sei porquê!!!
-E qum é você? Posso saber?
-Mas você é meu conhecido, pois é quem comunica tudo o que eu faço.
-Não entendi...
-Sou satanás.
-Satanás? Bonitão e tão bem vestido assim?
-Claro. Por isso vocês me confundem e me acuzam de coisas que nunca mandei ninguém praticar.
-Não mandou?
-Não. Não mandei. Aliás, o mesmo arbítrio que Deus me deu, deu também pra vocês. Você é que não sabem usá-lo e põe a culpa em mim.
-Mas as igrejas pregam que você é o culpado de todas as coisas ruins...
-Não é verdade. Eles, os pregadores, é que não têm a coragem de dizer que são o poder e o dólar. Quem tem poder é intocável; quem tem dólar é poderoso e faz calar a boca de todo mundo.
-Menos a minha.
-Tire o dólar de sua mão para ver se você faz reportagem. Você não vai querer viver favelado e desprezado, vai?
-Mas quem estuda e tem diploma tem que ganhar dólar.
-Quem lhe disse isso?!
-É o sistema.
-Você já ouviu falar num homem que nasceu numa periferia, ensinou a usar bem o livre arbítrio, só falava a verdade e condenava o dólar, e o mataram?
-Sim. Eu sou fã dele.
-Você fala de mim que sou tentador, mas é mentiroso. Por que não anuncia e faz reportagem gratuitamente como ele. Eu o atentei, mas não O venci, pois Ele soube usar o seu livre arbítrio. Vou lhe dá um conselho:
-Fale.
-Não me acuse de nada o que está acontecendo aqui, pois, vocês são tão idiotas que não sabem usar o livre arbítrio como os que vocês condenaram numa cruz. Eu respeito Ele, sabia? Eu sei quem Ele é. Vocês é que são os destruidores desse planeta. Não ponha a culpa em mim e nem Nele. Estou lhe esperando. Thiau...
hagaribeiro.

domingo, 12 de junho de 2011

A CULTURA DE CARINHANHA.


A CULTURA DE CARINHANHA.
Texto de Honorato Ribeiro dos Santos.

As quitandeiras: Eram mulheres que fabricavam em casa as variedades de biscoitos, bolos, cuscuz, doces de leite, de coco, de buriti, de mamão, brevidades, beiju de lenço, beiju de massa de mandioca, beiju de tapioca, ginetes, biscoito de saquinho, biscoito escaldado, bolo de arroz, bolo de milho, bolo de puba, arroz doce, pirulito, puxa, suspiros, peito de moça, pamonha e pão de queijo.

CULTURA FOLCLÓRICA:
O compadre d’água, a mãe d’água, a mula-sem-cabeça, o lobisomem, a serpente encantada; os reisados, o boi de reis, a mulinha de ouro, o reis de caixa, a contra dança, os ternos, a cavalhada, a lamentação das almas, a caretagem, o Zé Pereira, a visita às lapinhas, rezas para pedir chuva, a dança de São Gonçalo e as cantigas de roda.

A ESCOLA PRIMÁRIA: Da década de  1934 até 1950, o primário era bem ensinado com a pedagogia da palmatória. Quem fazia um bom primário saia com uma boa cultura no falar, no escrever e no se comunicar. Havia nos sábado a sabatina: estudo da tabuada na ponta da língua, quem, rapidamente não respondesse o nove vezes oito nove fora, levava bola. A tabuada era cantada e o ABC também. Depois, estudava-se a Cartilha do Povo. Após o conhecimento da Cartilha do povo, com boa alfabetização, estudava-se o primeiro ano até o cinco. Havia o ensinamento da boa leitura, da redação e os números decimais. Havia a reprovação ao aluno que não gostava de estudar; teria a chance à segunda época, que sendo aprovado passaria para a outra série. Depois de feito o primário estudava o Admissão ao Ginásio. Era como se fosse um vestibular. Se não fosse aprovado não estudaria o curso ginasial, que eram quatro anos. No curso ginasial se estudavam as seguintes matérias: Português, com estudo de boa gramática, estudava-se os verbos com toda sua flexão; redação toda semana, análise sintática e léxica; em diagrama; sufixo e prefixo grego e latim. Havia o grêmio aos sábados, onde cada aluno fazia discurso ou recitava poesias, bem como cantar canções de sucessos da época, acompanhado por instrumentos. Matemática com grandes problemas, álgebras, crivo de Aristóteles, Álgebra, equação do primeiro e segundo grau, Latim, Francês, Inglês, Geografia Geral e Geografia do Brasil, História do Brasil e Geral, Ciência, religião, Cântico Orfeônico, Artes, Música, Desenho, Educação Física e Civilidade.

VESTIMENTA SOCIAL.
 Os meninos só vestiam calças compridas, quando completassem os 14 anos. As moças vestiam-se com muito pudor, vestidos abaixo dos joelhos, mangas até o cotovelo ou compridos. Só usavam pinturas depois dos 15 anos. Casavam-se virgem. Quando uma se prostituísse a própria família repudiava-a e acabava indo para o prostíbulo. A sociedade, também, repudiava-a. Se fosse professora perdia-se a cadeira e não podia mais lecionar. Os homens vestiam-se de camisa, colete, calças, paletó e gravata ao ir à igreja assistir à missa. As moças usavam véu e as idosas usavam-se xale. Ninguém usava roupas transparentes e nem costas de fora, no caso de mulheres. Até nas festas profanas também se vestiam com muito rigor, um janota.  O rapaz convidava a moça para dançar como um cavalheiro a conduzir a jovem. A família estava sempre presente à festa.
Carinhanha vive-se da pesca, da lavoura e do comércio; havia muitos artífices da bela arte que vivia dela como: Sapateiro, ferreiro, marceneiro, carpinteiro, alfaiate, flandreiro, fabricantes de potes, moringas, panela de barro, colher de pau, carro de boi, engenho, canoa, paquete, remo e tesoura de armação de teto de casa e as famosas espreguiçadeiras.
Na cultura musical havia muito seresteiro, tocador de violão, clarinete, cavaquinho, bandolim, padeiro e tamborim. Havia duas filarmônicas e duas orquestras, que promoviam as festas de bailes e de carnavais. Os clubes promoviam programas de calouros aos domingos; teatro e festivais. Havia dois cines: Cine Real e Cine Carinhanha, que passavam filmes ótimos.

Honorato Ribeiro dos Santos.
Escritor, poeta, compositor.
.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O Mundo Moderno.


O MUNDO MODERNO.
Texto de Honorato Ribeiro.

O homem da “Pedra Lascada” o das cavernas não soubera destruir o mundo, pois sua tecnologia era empírica. Mas, séculos foram surgindo, o tempo nunca parou e o homem se transformou num criador, mas não o é creador, mas semelhança dele. O homem primitivo, não civilizado amava a natureza e dela tirava o seu sustento. A nossa história, “a da humanidade” relata a caminhada do homem no avanço tecnológico, a cibernética e se transformou num grande depredador ecológico. Tem consciência disso, mas segue arriscando e se acostumando ao desequilíbrio ecológico e não ouve a voz de sua consciência, é deveras o ADÃO, que optou pela desobediência ao CRIADOR.
Hoje, no mundo moderno, a tecnologia se nos apresenta o celular que mostra a imagem dentro de sua casa, mesmo ao longe, vê como está a sua empresa, câmaras que registram tudo que acontece, registra-se tudo; navegando na internet, fotografa acidentes, etc...o celular é o aparelho que registra tudo, não há mais segredo e nem tampouco nada escondido. Tudo está às claras. Esse é o homem que saiu da caverna e hoje mora nas metrópoles cercado de guarda-costas, cachorro, alarme, câmara de segurança, perdeu a liberdade, a paz e a vida plena, pois mesmo com tanta tecnologia e segurança ainda é assaltado, seqüestrado e assassinado, pois se transformou no HOMEM LOBO, lobo do próprio homem. O consumismo, a política monetária, o capitalismo levaram o homem a maior loucura de não se entender e de não viver como ser humano; mas se transformou em domínio do homem pelo homem. Escravizou-se e marginalizou aos que são a sua semelhança.
O Mundo Moderno foi um grande avanço tecnológico, mas socialmente o homem não sabe viver, nem consigo mesmo e nem com os outros.. Não se educou no lar, nem nas escolas e nem na religião. Vive o homem dependente e fora da realidade como ser humano. O medo, o estresse, a solidão, a depressão, a paz, a tranqüilidade afastaram-se do seu EU e o equilíbrio psíquico, o emocional, nem mesmos os psicólogos e psicanalistas estão isentos desse sistema louco que o homem escolheu fora de Deus. Essa história política e social do ser humano é contada no livro dos Gênesis a sua expulsão de não ser feliz por não ouvir a voz do seu criador de viver sem ser egoísta e querer caminhar errante como fora Caim. Por falta de uma vida digna como ensinou o Mestre dos mestres. Ele, o grande Sábio dos sábios o crucificaram e continuam a pregá-lo na cruz. Porque os seus ensinamentos, e a sua pedagogia de vida não são mais ensinados nas escolas. Expulsaram-No. Então, a moral e o respeito humano desapareceram. O professor é ameaçado, desrespeitado e até assassinados por seus alunos, pois sem a sabedoria do Mestre dos mestres tudo vira caos.
O homem se transformou em acumulador de bens terrenos e não acumula mais o saber. Não tem mais consciência de dizer como o grande filósofo: “Sei que nada sei”. Ele, o homem, pensa que sabe de tudo com a sua tecnologia, mas se sente ameaçado, não somente pela natureza, mas pelo próprio sistema criado como dominador humano..
Por que há países do Primeiro Mundo e países do Terceiro Mundo? Por que essa divisão política, quando todos são seres humanos? Por que há muitos ricos, outros pobres, outros mendigos e miseráveis; muitos em mansões, outros em casas simples e muitos sem beira e nem eira? O homem da caverna lutava para manter a vida enfrentando feras, frio, e se abrigava em caverna. Depois inventou a casa, o povoado, vilas, cidades e capitais. Chegou aonde chegou, com grande sucesso tecnológico, mas não vivem em paz consigo mesmo. O homem hoje vive com medo do próprio homem e do sistema montado por ele mesmo. Sem entender a sua missão como ser humano criou instituições religiosas com diversas ideologias e teologias em procura de se encontrar com Deus e não O encontrou, porque se esqueceu dos ensinamentos do Mestre: “AMAI UNS AOS OUTROS COM EU VOS AMEI”. Se o homem vivesse nesse amor, não haveria divisão de classe política, social e religiosa. Esse amar uns aos outros desapareceu do Planeta Terra, por isso há guerra, assalto, seqüestro, domínio do homem pelo homem, acúmulo de riqueza supérflua e se esqueceu dos ensinamentos do Mestre dos mestres que se chama JESUS CRISTO. Muitos apregoam o seu nome, mas não vivem os seus ensinamentos. Os que viveram e vivem são perseguidos, maltratados e até mortos. A maioria que diz ser cristão não vive como cristão, mas se fanatizou, e mostra um Jesus milagreiro e ensinam uma doutrina meramente patológica, humana e supersticiosa; cheia de hipocrisia, são os representantes dos escribas e fariseus; é o continuísmo religioso da Velha Tradição farisaica.
No nosso Congresso, os representantes do povo, que deveria ser o modelo de honradez e de servidão aos cidadãos brasileiros, legislam pela causa própria. Lá não há diálogo, mas polêmica, escândalos, corrupção e fica tudo impune, pois as Leis lhes garantem. O povo escolhe novamente por falta de escolaridade e cultura. Sem essas o País não é viável e nem soberano. Se fizer uma estatística perguntando a cada um a sua religião, a resposta é: sou cristão, e na maioria católico. Infelizmente não são discípulos de Jesus e posso até confirmar sem medo de errar: Não é o gerado no ventre de Maria e nem aquele que ensinou aos seus discípulos e apóstolos a viverem em união amando-se uns aos outros. Pregando a paz, o amor e o perdão. Todos eles foram perseguidos e mortos por ensinarem e viverem como seu Mestre Jesus Cristo. Hoje há quem morre ainda em nome de Jesus, por falar a verdade e denunciar os abusos de quem assume o poder. Esse realmente é verdadeiros cristãos. São poucos, mas existem.
hagaribeiro.

quinta-feira, 26 de maio de 2011







ACORDA, BRASIL!
Cordel de Honorato Ribeiro dos Santos.
Uma homenagem à professora Amanda Gurgel.


Ouviram uma voz forte,
Que empolgou os brasileiros,
Uma voz tão destemida,
Que ouviram té estrangeiros.
Amanda falou a verdade
Com tamanha hombridade
Mesmo não tendo dinheiro.

Amanda Gurgel contou
A vida do professor
Que sua suor de sangue
E não dão o seu valor
Não ganha nem mil reais
Mas vocês que são os tais
O que eu ganho tem sabor?

O desafio foi frontal
Ao vivo! Toda Nação
De boca aberta escutou:
“Onde está a educação?
Não podemos carregar
Nas costas pra educar
Com mixaria dum tostão.”

O povo aplaudiu a Amanda
Com sua voz destemida,
Segura e determinada
Disse tudo de sua vida.
Mostrou seu cheque pra todos
Ganha melhor quem faz rodo
Vendendo nas avenidas.

A professora Amanda
Contou-nos uma história
Verdadeira e brasileira
E meteu a palmatória
Deu-lhe uma sabatina
E rasgou-se a cortina
Puxou o tapete da escória.







Cadê os parlamentares?
Ficaram mundos sem razão...
Parlamento é pra falar
A verdade dessa Nação.
Professor não tem valor
Mas político é doutor
E ganham um dinheirão.

As manchetes se espalharam
A foto de Amanda Gurgel
Reproduzindo sua fala
Na internet e em cordel:
Como está a educação
Do Sul até o Sertão
Ao professor dar-se o fel.

Salário de um deputado
Paga-se a dez professores
É vergonhoso, Brasil!
Haver tantos pecadores
No Congresso Brasileiro
Leva no bolso o dinheiro
E pro professor minguou.

Parabenizo a, Amanda
Pela sua disposição
Em falar toda verdade
Pro mundo e toda a nação
Cuidado, pois, com Jesus
Colocaram numa cruz
Por ensinar a salvação.

Pra você, cara Amanda,
Salvação é a educação
Com mão de obra e qualidade
Com bom salário é a solução
Você falou sem ter medo,
Não teve medo do degredo
Falou até pro Faustão.

O que mais me admirou
Foi Faustão não lhe cortar...
A sua fala firme e forte
Pra ele não lhe recuar;
Puxar o microfone, sim
É o costume dele, enfim
Sem deixar outro falar.


Com você houve o respeito
Deixou livre o seu falar
E a plateia lhe aplaudindo
De pé com emoção, ah!
Que beleza de entrevista!
No Faustão jamais vista.
Ela é parlamentar.

Mas não ganha o que eles ganham
A fala dela é diferente!
Pois usou só da verdade
Por uma educação valente
Que valoriza o professor
Que é um pobre sofredor
Dum Brasil tão deferente.

Gosto tanto de cuscuz
Não se pode, ó professor,
Deixe as crianças a comer!
Que absurdo! Que horror!
Pego três ônibus pra aqui;
Dou três turnos e por fim
E a merenda se acabou?!

Não acabou, não senhora,
É que ela é pras crianças
Professor tem que comprar
Põe isso em sua lembrança.
O promotor vai agir
Se o professor não cumprir
Vai fazer sua vingança.

Coitado dos professores
Desse Brasil tão gigante
Que cantamos: “Ó Pátria amada”!
Mas só é pros galantes
Quando é que eu descanso?
Dando aulas sem avanço
Com pagamento humilhante!

Lá nos Estado Unidos
A manchete se alastrou
Lamentando o que ouviram
Pelo pobre professor
Sem ua séria educação
Não se forma cidadão
Nem também educador.



A vela já está na mão
Que morra à míngua o educador...
Quem pode ganhar mui bem
Cada um do Legislador.
O resto fica na base
Da pirâmide da fase
Do pobre trabalhador.

O real e a economia
É que têm prioridade
Pra crescer nosso Brasil
Essa é a realidade.
Educação vem depois
Da Copa que se compôs
Bilhões gastamos, cumpade!

Amanda que ver o Brasil
Como é lá no Japão
Todo japonês é culto
E tem outra formação.
O sonho dessa professora
Sonhado nas emissoras
Não vai ficar em vão.

Porque o povo ouviu
E gostou do que afirmou
A Mídia ficou calada
Mas a notícia se alardou.
Pequenina e tão valente
Que português tão decente
Falou como um promotor.

Mas não ganha como ele
Pois só ganha mixaria
É uma vergonha pra nação
Professor em romaria
Pra pedir Nossa Senhora
Que seu dinheiro melhora
E o professor tenha valia.

Amanda é pequenina
Somente na estrutura
Sua fala é afluente
Tem boa desenvoltura.
Ela é bem preparada
Pra topar qualquer parada
Até Faustão deu brandura.



A brandura de Faustão
Foi deixá-la à vontade,
Não cortou o seu discurso
Deixou falar a verdade.
A Globo, então, fez questão
De ao vivo para o povão
De convidá-la em humildade.

Amanda entrou segura
Pra entrevista do Faustão
Calma e bem tranqüila, firme
Com tamanha educação.
Que sorriso, que beleza!
Da fala da realeza!
E o povo em admiração.
.

Amanda, mulher francesa
Qual Joana D`Arc da França
Sem medo de preconceito
Falou com mui segurança.
Disse tudo o que queria
Com sorriso, com alegria,
Ela disse com elegância.

Amanda Gurgel falou
E o mundo lhe escutou
Será que os políticos
Vão mudar o educador?
Ministro da Educação
Tem que saber com razão
Que o professor é sofredor.

Subir o salário, bem,
Mas precisa aprimorar
A didática do ensino
Pra saber multiplicar.
Melhorar a ortografia
Aprender a geografia
E saber comunicar.

A educação está capenga
Dão o canudo sem formação
Quando entra na política
Opa! Pega esse ladrão!
Tem gravata e paletó
Tem dinheiro e ouro em pó
Expulsaram a educação.


Português e matemática
Se conta nos dedos hoje,
Escreve progresso com “ç”
E dizem que ta certo “fôje”
Diz que vale é a intenção
Não fale com precisão
Mas pra Amanda é holding..

Pra você Amanda,
Salvação é educação
Com mão de obra e qualidade
Com bom salário é a solução.
Você falou sem ter medo
Pois a verdade é degredo
Até na televisão.

Gosto tanto de cuscuz...
Não se pode, ó professor,
Deixe as crianças a comer
Que absurdo! Que horror!
Pego três ônibus, sim...
Dois, três turnos pra mim!
E a merenda acabou?!

Amanda Gurgel é forte
Como Judite ou Sansão
Convocou todos amigos
Pra lutar pra educação.
Pois essa está falida
Em todo canto sem vida
No País, nessa Nação!

Amanda é bem preparada
Eu a vi lá no Faustão
Nem gaguejou e nem calou
Com palavras qual Salomão.
Decidida com firmeza
Segura com a certeza
De fazer revolução.

Revolução de ideias
Com valor humanitário
Em qualidade de ensino
E valorizar o salário.
Eu admiro a Amanda
Nessa luta na demanda
Contra os “Neros” mercenários.



Trocam sempre as coleiras
Cachorradas são iguais
Quem faz greve é agitador
E a mídia põe nos jornais
Cortam logo o ganha pão
O salário seu tostão
E o professor vira banais.

É o Brasil colonial
Democracia não há não,
Só há imposto e cobrança
De aluguel da tal pensão...
Vou terminar o meu cordel
Coloco o dedo o anel
Em Amanda um abração.

Viva a Educação!
Morram os comelões.

hagaribeiro.

sábado, 7 de maio de 2011

O que é amor?


O QUE É AMOR?

Texto de Honorato Ribeiro.

O amor foi ensinado por Jesus, mas a humanidade não entendeu ainda até os nossos dias atuais. Porém, afirmo, felizmente, que houve várias pessoas, e até os nossos dias atuais, que entenderam  esse amor ensinado por Jesus. Foram eles os seus seguidores: Apóstolos, discípulos, os mártires, e os não mártires que viveram a vida contemplativa imitando o Mestre, vivendo como Ele viveu que nós os chamamos de santos. Há, em pouca quantidade, hoje, quem entende profundamente o significado real e profundo sobre essa pequena palavra com quatro letras: AMOR.
Os poetas falam em seus versos sobre o amor; A mãe fala de amor ao filho, O namorado, a namorada fala de amor ao outro, as músicas de vários compositores falam de amor, as religiões falam de amor, mas não é o amor que Jesus ensinou e pediu: “AMAI UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI”. Pois esse amor é divino; está em outra dimensão. Ele é a expressão de valoras eternos que não pode ser abortivo. Quem entende o que é amor, não pode ter ódio, ciúme, não pode ter inveja, não pode ter preconceito, superstições, arrogância, prepotência, vaidade, orgulho, avareza, divisão social e religiosa, não pode ser dono do outro, não pode perder a moral, a ética, enfim, tudo o que é antônimo da liberdade e da vida não é AMOR. O mundo capitalista e consumista transforma o amor em egoísmo que é paixão e verbo gostar, pois isso é fácil demais para entender e viver. Gostar de é até quando há entendimento; não havendo, acaba-se. Por isso há divórcio: na política, no casamento, na religião, no trabalho, na profissão, tudo se troca no momento do desagrado. Nesse desagrado não houve entendimento e nem perdão, pois não houve o amor. Para que haja amor é preciso viver e entender quem é esse HOMEM que todo mundo o chama de Jesus Cristo, o Salvador do mundo. Veja o que está acontecendo entre o Ocidente e o Oriente: Ódio uns para com os outros. Os do Oriente acusam de terrorismo os do Ocidente e vice-versa. Enquanto isso, morrem os inocentes por falta de amor e de entender as palavras de Jesus: “AMAI UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI”. O amor fora dos ensinamentos de Jesus não é divino e sim humano. O humano estranha quando um homem fala para o outro: EU TE AMO. Como pode o homem amar o outro? Aí vem logo a sexualidade e joga fora a espiritualidade. Quando a Igreja é contra o divórcio, o aborto os poderosos em seus tronos, junto com a mídia condenam a posição da Igreja. Condenam porque não sabem o que é AMOR, pois o amor é eterno como Jesus. O amor é vida eterna, entra em outra dimensão: CIDADE CELESTIAL. Não somos daqui e todos sabem. O prêmio de não aceitar compreender o que é amor é a morte espiritual. Lembremos da profissão de fé que rezemos: “Ele há de vir julgar os vivos e os mortos.” Vivos: Os que entenderam oque é amor; Mortos: os que nãoo que é amor.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Catequese aos católicos.


CATEQUESE AOS CATÓLICOS.
Texto de Honorato Ribeiro.

A partir do século XX, houve um fenômeno de exclusão de muita gente que se dizia ser católico mudando-se de igreja. Será que era mesmo católico? Será que conhecia profundamente os ensinamentos catequéticos e seus preceitos rituais litúrgicos da Igreja? Ou somente aprendeu o catecismo em tempo de criança e cresceu com a catequese de criança, indo à igreja assistir à santa missa sem saber nada de sua liturgia? Será que lia a Bíblia e sabia a importância de entender a palavra de Deus e por em prática? Digamos que essas pessoas nunca souberam o dever e como viver como cristão. Nunca leram a Bíblia, pois, entre católicos poucos são os que leem a Bíblia e poucos são os que a têm. Quando têm usam como um talismã: Aberta nos salmos a deixar que a poeira a corroa. Afirmam os que hoje são evangélicos: “Eu hoje me encontrei com Cristo, pois eu era católico vivia cego sem saber de nada. Hoje eu leio a Bíblia e estou salvo”. Tudo bem, ótimo, pois agora conhece a palavra de Deus lendo de seu jeito a Bíblia. Mas peço-lhes duas coisas para ser cristão: Primeiro ser humilde e não arrogante atirando bala a toda direção com uma ação anticristã sentando no trono como se fosse Deus e afirmar: Esse vai para o céu, porque saiu da Igreja católica; aquele vai para o inferno porque é católico adorador de ídolos. Segundo, é afirmar que era católico sem entender de nada sobre a doutrina católica; não foi catequizado e sem entender nada sobre rituais e liturgia. Afirmo, coerentemente, que não posso generalizar, pois conheço muitos que respeitam a liberdade religiosa de qualquer um e não julga ninguém atirando pedra como um fariseu. Tenho muitos pastores e evangélicos que são meus amigos e que não são fanáticos e respeitam outras religiões sem fazerem críticas julgando quem não pertence às suas igrejas. Há, também, católicos que são radicais e criticam, julgam, condenam os que não são católicos. Esses de ecumenismo e de catolicismo não sabem de nada. E dependuram o terço na cabine do carro sem saberem rezar, apenas como talismã. Usam a religião com ideia supersticiosa ou fetichismo.
Agora eu vou falar sobre catequese aos católicos. Para ser católico da Igreja Católica Apostólica Romana, com sua sede no Vaticano, sendo o vigário de Cristo e sucessor de Pedro, está representado pela Sua Santidade o Papa Bento XVI. É o chefe espiritual da igreja peregrina aqui na terra: Povo de Deus. Ele é o pastor infalível quando ensina a doutrina cristã que são os ensinamentos de Jesus escritos no Novo Testamento. Toda Escritura, a Bíblia é a palavra de Deus à humanidade. O Antigo Testamento é um livro Sagrado, pedagógico em preparação para vinda do Messias. Ele nos conta a historicidade de Cristo que falava aos profetas até a sua morte e ressurreição. Toda a Bíblia é um livro histórico teológico que se concentra num ponto central e pedra fundamental na Igreja Universal que é Jesus Cristo. Por Ele todas as coisas foram feitas. Por Ele todos nós fomos salvos pela sua ressurreição. Ele é a Igreja que veio nos salvar. Jesus é a pedra fundamental da Igreja. Ele, antes de sua Paixão e morte de cruz e Ressurreição, celebrou com os apóstolos a páscoa: Celebração eucarística transformando o pão em seu corpo e o vinho em seu sangue. Esse grande milagre, esse grande acontecimento foi a primeira missa, ou celebração eucarística que Jesus realizou junto aos apóstolos e disse Jesus. “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e deu aos seus discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é o meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança derramado por todos em remissão dos pecados.” (Mt 26, 26-28). A Igreja continua essa celebração eucarística. “Fazei isso em memória de mim...Eis que estarei convosco até a consumação do século”. Por isso a igreja celebra essa ceia do Senhor todos os dias.

Agora iremos explicar o que é liturgia eucarística. A Igreja Católica Apostólica Romana, desde os primórdios dos tempos, continua a celebração eucarística, que é a transubstanciação do pão no corpo de Jesus e o vinho no seu sangue. O padre, bispos, arcebispos e papa continuam celebrando com toda comunidade de fieis a mesma celebração que Jesus celebrou na última ceia. A Nova Aliança que será derramado por vós e por todos em remissão dos pecados. Fazei isso em memória de mim. Quem celebra realmente a missa ou celebração eucarística é Jesus representado por um sacerdote. Jesus é o holocausto imolado incruentemente no altar oferecendo ao Pai para a remissão dos pecados de toda a humanidade. A celebração eucarística, embora a igreja por tradição ou costume, celebra para as almas do purgatório, para um santo qualquer, missa de corpo presente, mas, verdadeiramente a celebração eucarística é unicamente Jesus se entregando ao Pai, imolado no altar, ofertando seu corpo ressuscitado gloriosamente para a remissão dos pecados da humanidade. Somente Ele é quem a celebração eucarística é celebrada e ofertada e mais a ninguém. O altar é a mesa do sacrifício incruento da cruz. Jesus é imolado como holocausto ofertando ao Pai para a remissão dos pecados. Para haver celebração terá de está presente a comunidade, pois não é o padre que celebra ou o celebrante, mas o padre e toda a comunidade. Mas a maioria dos católicos não sabe o significado da missa e nem sabe distinguir entre missa e culto; nem sabe que a celebração eucarística é celebrada somente com o padre e a comunidade que também é a celebrante. Por não saber, diz: “Foi padre fulano quem celebrou a missa”. Ignora que ele também é o celebrante. Outros, bem pobre de doutrina, dizem após o culto por um leigo: “Quem celebrou a missa hoje foi o seminarista fulano; foi o diácono fulano”. Não sabem distinguir o que é culto e o que é missa e nem quando é que começa a celebração da missa, pois essa se inicia com a liturgia da palavra, que são as leituras: uma do Antigo Testamento e a outra de uma epístola, na maioria as de São Paulo. Depois das duas leituras o diácono ou o padre ler o evangelho, que depois de lido é feito a homilia, que somente o padre poderá fazê-la. Depois segue-se a liturgia Eucarística. Já no culto não. Todas as leituras são feitas pelos leigos e a homilia também. No culto não há consagração do pão e vinho. Quem não fez ou recebeu uma catequese sobre a liturgia eucarística e os sete sacramentos deixados por Jesus: Batismo, crisma, eucaristia, confissão, unção aos enfermos, ordem e matrimônio não pode dizer ou afirmar: “Fui católico”. (Entre aspas). De católico nunca foi e nunca entendeu de nada porque não foi catequizado. Apenas ia à igreja, mas nunca leu a Bíblia e ignorava a doutrina catequética da Igreja Católica.
O que é LECIONÁRIOS? Você que diz ser católico e até praticante sabe o que é LECIONÁRIO? Ele é um livro litúrgico que está escrito o que tem na Bíblia. São as leituras litúrgicas que são selecionadas cuidadosamente para as celebrações de um Batizado, uma Crisma, um Casamento, uma Eucaristia, uma Ordenação, uma Bênção, etc. Que são os sacramentos ministrados pela igreja  por um presbítero.
“Na liturgia romana há cinco Lecionários, mas as igrejas usam somente dois na sua liturgia anual nas celebrações eucarísticas. São o lecionários dominical e festivo, que são usados durante três anos: Ano A, B e C. Durante esses três anos. O ano A se faz a leitura do evangelho de São Mateus; no ano B, é lido o evangelho de São Marcos e Lucas é no ano C; e o evangelho de São João é reservado para ser proclamado no Natal, na quaresma e no tempo pascal. Oferece três leituras, uma do Novo Testamento ou apóstolo, e o Evangelho. Há sempre um nexo temático entre o Evangelho e as outras duas leituras, de tal modo que se perceba que toda a Bíblia converge para os Evangelhos, como ponto de encontro com Jesus.”E o lecionário ferial é lido nas celebrações semanais. Nas semanas só há duas leituras: uma epístola e o evangelho do dia. Mas tudo são textos bíblicos. Também é lido um salmo antes da liturgia eucarística.           
 Para que haja missa ou celebração eucarística é preciso que tenham: O altar, o cálice, a patena, instrumento sagrado em forma de pratinho de metal dourado, que serve para cobrir o cálice e colocar a hóstia já consagrada. O corporal: é um pano de linho o qual o sacerdote estende no altar nele é colocado a hóstia e o cálice. Pala é um instrumento sagrado, quadriculado, revestido de pano de linho onde o sacerdote cobre o cálice. Galhetas são dois pequenos vasos que contêm um a água e o outro o vinho para a celebração. Lecionário: já explicamos acima. Manustégio é uma toalha de linho para o sacerdote purificar as mãos. Missal é o livro onde está escrito a palavra de Deus e sua liturgia. Teca é um pequeno instrumento sagrado onde é colocado hóstias para levar aos doente; ou pelo sacerdote, diácono ou ministros da eucaristia. Ambão é uma estante de madeira que é colocado ao lado do altar onde é lido a palavra de Deus e simboliza o sepulcro vazio de Jesus, onde parte o anúncio da Boa Nova e a Ressurreição de Jesus. Há também, nas celebrações de missas festivas, o ostensório ou custódia onde é colocado a hóstia da celebração eucarística, o Santíssimo Sacramento exposto para a  adoração dos fieis. Nessas missas festivas há o turíbulo um vaso de tampa suspenso por correntes, que coloca brasas acesas para ser colocado o incenso: resina aromática, que exala fumaça para os céus, quando o sacerdote incensa ao redor do altar. Um dos magos ofereceu ao menino Jesus, quando Ele nasceu em Belém. Após a consagração, Jesus está presente de corpo e alma na hóstia. Todos os fieis poderão comungar, exceto que cometeu adultério ou pecado mortal. Terá que confessar individualmente com o sacerdote. É um dos sete sacramentos: Penitência ou confissão. Só depois de se confessar poderá comungar. Também quem não fez a primeira comunhão terá de haver uma preparação catequética para comungar. Hoje a igreja dá cursos para a primeira comunhão, para o batismo, pais e padrinhos, para a crisma e para o matrimônio. A igreja exorta todos os católicos que só poderá ser padrinho ou madrinha quem é casado e não vive em adultério, isto é, separou-se da mulher ou a mulher do marido vivendo com outra, não poderão ser padrinho e madrinha. O casamento religioso é indissolúvel.. “Jesus respondeu: no princípio da criação, Deus fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher; e os dois, não serão senão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Não separe, pois, o homem o que Deus uniu.” (Mc 10, 6-9).  Se por acaso um morrer, ficar viúvo um dos dois, está livre para um novo matrimônio. É essa a doutrina da fé e da moral cristã. As igrejas evangélicas como não há sacramento nenhum não têm essa doutrinação. Todos os sete sacramentos foram abolidos por Lutero, o criador do protestantismo, por isso as igrejas protestantes não têm esses sacramentos. Existem o batismo, que é o de João Batista, não é sacramento, como também o matrimônio e a consagração do pão e o vinho, que para essas igrejas não são sacramentos e sim simbolismo apenas. Por isso, nessas igrejas poderão casar-se várias vezes; é como o casamento civil, que depois do divórcio poderá se casar novamente. Para a Igreja Católica o casamento é indissolúvel. (Mc 10, 2-9).
hagaribeiro.  25-04-2011.