terça-feira, 13 de outubro de 2020

 

A ORAÇÃO QUE JESUS NOS ENSINOU É ESCATOLÓGICA.

Por Honorato Rribeiro dos Santos.

Todos os cristãos rezam esta oração, que Jesus nos ensinou, mas não sabem interpretá-la. Rezam como se fossem papagaios, sem refletir as palavras que nele contém. Mas irei explicar paulatinamente cada palavra que existe nesta oração, que se tornou popular. Primeiro: Chamamos Deus de pai nosso, mas não vivemos como irmãos. Irmão para nós é de pai e mãe. Mesmo assim cada um por si e principalmente se um for rico e os outros não. Quando entra a política partidária, aí vira inimigos uns dos outros. Segundo: Venha a nós o vosso Reino. São apenas decoradores e falam sem sentido nenhum e sem compreender o que estão pedindo. Onde está o Reino? Estão pedindo e sabem muito bem que Jesus disse: “O meu Reino não é deste mundo’”. Se não é deste mundo, terão que morrer para viver no que estão pedindo: “Venha nós o vosso Reino”. Mas quem reza como papagaio não quer morrer, mas estão pedido sem  saber que  o ‘venha a nós o vosso Reino’, está em outro dimensão. Terão que morrer. Por isto esta oração é escatológica.  Terceira: “Seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu”. Esta é mais difícil ainda.  Viver aqui na terra como os que vivem no céu. Louvando e exaltando Deus e vivendo a vida em Deus como os anjos. Quarta: “O pão nosso de cada dia nos daí hoje”. Têm duas interpretações. A primeira é o pão da palavra, viver a palavra e santidade de Deus e sentindo Deus em si mesmo e nos outros. A segunda é o pão que nos alimenta e nos mata a fome. Quinta: ’”Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. É uma oração comparativa. Se não perdoar-nos os nossos inimigos, aqueles que nos ofendem, não recebemos o perdão de Deus. Deus é justiça, mas não é a justiça como as dos homens. Por exemplo: Alguém assassinou uma pessoa e foi condenado à prisão por 4 anos. Foi solto e pagou a pena na cadeia. Mas para Deus ele não pagou, porque ele não  devolveu a vida daquele que ele matou. Ele não é dono da vida nem dele mesmo. Portanto ele terá que pagar perante Deus, quando ele partir daqui. Sexta: “Não nos  deixeis cair em tentação”. Que tentação é? Muitos não sabem, mas eu vou explicar: Tentação de não acreditar em Deus, de não acreditar na palavra de Deus que contém na Bíblia, não acreditar que tem céu e inferno, e praticar a apostasia, isto é, morreu acabou e negar tudo que Jesus nos ensinou. Esta é a tentação que a gente pede ao rezar o Pai nosso, pedindo a Deus para não cair na tentação de não crer em nada que Jesus nos ensinou. É a pior de todas, pois nega tudo e se torna herege ou vive na apostasia. Temos de viver como cristão amando-nos uns aos outros e a caridade é a melhor ação que possamos fazer e agradar a Deus, pois caridade é amor. E o nome de Deus é AMOR. Expliquei a oração do Pai nosso, agora, cabe a cada um que ler este meu texto, viver a vida de cristão e não pagador de promessa o tem medo de fazer algo errado e Deus lhe castigar. Deus não castiga ninguém, é a própria pessoa que age e vive mal e se transforma-se sendo mau ou má pessoa, dentro da sociedade.

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

 

CADA CIDADE BRASILEIRA TEM SEU PADROEIRO OU PADROEIRA.
 
Carinhanha o padroeiro é o glorioso São José, pai putativo de Jesus Cristo. Malhada a padroeira é Santa Cruz. Guanambi é Santo Antônio. Caetité é Santa Ana. Bom Jesus da Lapa é Bom Jesus, Em Correntina é Nossa Senhora da Glória. Palmas de Monte Alto é Nossa Senhora Mãe dos Homens. Salvador é o Senhor do Bom Fim, Sítio de Abadia é Nossa Senhora da Abadia. Cocos é São Sebastião. Coribe é São João Batista. Santa Maria da Vitória é Santa Maria da Vitória. Quem souber o padroeiro de outras cidades poderá indicar e eu colocarei o nome do padroeiro ou padroeira da cidade. Juvenília cidade mineira a padroeira é Nossa Senhora de Fátima.

 

TODAS AS NOSSAS SENHORAS É A MESMA MÃE DE DEUS.

Por Honorato Ribeiro dos Santos.

O povo católico do mundo inteiro dá a mãe de Jesus, vários títulos, baseando-se nas palavras do anjo Gabriel, enviado por Deus a uma virgem de 16 anos, de uma cidade menor entre todas da Galileia, Nazaré, que Ela foi escolhida por Deus para ser a mãe do salvador e que ela poria o nome nele de Jesus. Ela era noiva do justo José, e o anjo Gabriel, em sonho, disse-lhe: José, procure a sua mulher, pois o menino que está no ventre dela, é o Messias. E José assustou do sonho e foi à casa de Maria e logo houve o casamento. Por isto nós católico chamamos são José de o justo. Também chamamos de a Sagrada Família: José Maria e Jesus. E hoje celebramos a festa da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. Como disse no começo que todas as nossas Senhoras, como canta o Roberto Carlos, é a mesma mãe de Deus. Teologicamente Deus não tem mãe, pois, antes, que tudo fosse criado, Deus já existia. Mas Deus quis ser humano, menos no pecado, e escolheu Maria, a virgem de Nazaré, a fim de que ela ficasse grávida pelo poder do Divino Espírito Santo, e não poder do homem, por isto José foi avisado pelo anjo Gabriel, que procurasse Maria, que estava grávida pelo poder de Deus. E hoje no Brasil se comemora a Mãe Aparecida, mãe de Jesus Cristo e nossa. Deus se fez homem e habitou entre nós e nos ensinou a viver como irmãos do mesmo Pai; por isto nós rezamos: Pai nosso que está no Céu... Jesus é Deus e se encarnou no seio da virgem Maria. Não importa que muitos fora da Igreja Católica, afirmam que Maria teve vários filhos. O importante é que Maria é a mãe de Jesus, e Jesus é Deus, isto ninguém poderá dizer que não é. O próprio Jesus respondeu a Filipe um dos apóstolos, que perguntou a Jesus: Quem é o Pai? E Jesus respondeu: Filipe, estiveste comigo tanto tempo e não sabe quem é o Pai? Quem me vê, vê o Pai, pois eu e o Pai somos um só. Aqui Jesus apresenta a Trindade. Pai Filho e espírito Santo, que é um só Deus. Mistério da Santíssima Trindade. E Maria foi escolhida e preservada por Deus para que, no ventre da sua mãe, já gerou santa e imaculada. Entre todas as mulheres do mundo, Maria foi escolhida para ser a mãe de Jesus que é o Deus verdadeiro de Deus verdadeiro. Maria é a mãe de Jesus biologicamente. Mas depois que ele ressuscitou vencendo a morte, e ascendeu—se ao céu e está sentado à direita do Pai, Maria, lá no céu, não é a mãe de Jesus que é Deus. Aqui Ela foi uma mãe que deu leite, limpou, deu banho, cuidou dele até que Ele chegou aos 30 anos e fez o primeiro milagre a pedido de sua mãe, transformando a água em vinho. Este foi o primeiro milagre que Jesus fez. Este é o mistério da Santíssima Trindade. E mistério é uma coisa, um fenômeno, que ninguém sabe explicar, a fé é que sustenta esta crença. Sem fé não há salvação. Maria foi a privilegiada de ser escolhida para ser a mãe de Jesus, que se tornou Deus. O nome verdadeiro de Jesus é Emanuel, ou Messias, que significa Deus conosco.  Nós católicos chamamos Maria a mãe de Deus Jesus Cristo. Ninguém poderá negar que Maria não é a mãe de Jesus. E se Jesus é Deus, ela é a mãe de Deus.

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

 

A BIBLIOTECA AMBULANTE.

 POR HONORATO RIBEIRO..

Aqui existe um locutor da Rádio Pontal FM, que me chama de Biblioteca ambulante. O nome dele é Jota Pinheiro. E eu lhe perguntei: Por que você me chama de Biblioteca Ambulante, Jota? Ele me respondeu: Porque tudo que a gente lhe pergunta você responde e nunca disse para ninguém: Não sei. Eu mesmo já lhe entrevistei e tudo que lhe perguntei, você respondeu. A outra pessoa que sempre me disse: Existem aqui em Carinhanha, três pessoas mais competentes. A primeira é o padre Wanderley, a segunda é Juracy Pinto e a terceira é você, Zé. Mas as duas pessoas faleceram e só ficou você. E eu perguntei ao Newiltom  Lisboa Oliveira, por que você diz que sou competente? Ele me respondeu: Zé, o que é que a gente lhe pergunta para você não responder? Se for religião, você sabe mais do que qualquer padre. Se for Português você conhece as regras gramaticais mais do que qualquer professor. E se for música, aí é com você que é maestro e toca vários instrumentos. Eu mesmo aprendi a tocar sax foi você que me ensinou. Naquele momento estavam discutindo sobre o batismo. A secretária da igreja disse para ele, esta pessoa, que foi batizar sendo padrinho de uma criança e a secretária disse para ele que não poderia ser padrinho. E eu lhe respondi: E não pode mesmo.  E ele respondeu—me: E por que eu sou padrinho de muitas  crianças  e eu já batizei, aqui mesmo nesta igreja, agora não posso? E eu lhe respondi: Porque as outras secretárias não lhe conheciam, que você é casado e não vive com sua esposa e vive com outra que não casou nem no civil e nem no religioso. Estas pessoas não podem participar da comunhão e nem batizar ninguém. Naquele momento ia passando o padre Evilásio e eu o chamei e fi-lo a pergunta para ele. E ele respondeu as mesmas coisas que eu tinha falado para a pessoa que ele não poderia ser padrinho. E ele para justificar respondeu: E por que eu batizei mais de cem crianças e somente agora que não posso? E o padre respondeu—lhe: Elas não sabiam que você vive com outra mulher que não é a sua e você não disse para elas, disse? Ele respondeu: Não. Pois é. Se você dissesse a elas que vivia com outra e não com sua esposa, elas não aceitariam você sendo padrinho. É preceito da igreja católica. Se não viver os sete sacramentos, apenas aboliu um, aboliu todos. E Newiltom disse: Olha aí o que eu disse que Zé conhece tudo e responde tudo que outros aqui não são conhecedores como Zé. Chegaram num carro vindo de Salvador 4 jovens estudantes de filosofia. E me disseram: Senhor Honorato, nós vimos de Salvador tirar umas dúvidas de filosofia com o senhor. Disseram-nos que o senhor sabe responde tudo que lhe perguntar. E eu lhes respondi: Mas e não sou professor de filosofia, sou um autodidata, nem diploma eu tenho de nada. Mas elas responderam-me: Não tem importância que o senhor tenha ou não tenha diploma de curso nenhum, o que vale é que o senhor irá nos tirar as  dúvidas de filosofia que o nosso professor não soube nos responder. Então elas com um gravador fizeram-me as perguntas e eu respondi todas e achei tão fácil! Assim que acabei de lhes responder, elas começaram a rir sem parar. E eu fiquei vexado, achando que elas estavam rindo de mim. E elas responderam-me:  Não é do senhor, seu Honorato, estamos rindo é de nosso professor lá de Salvador e nós não perdemos a viagem. Vamos mostrar a ele tudo que  o senhor nos respondeu tirando as nossas dúvidas o que ele, o nosso professor, não  soube tirar as nossas dúvidas e o senhor tirou. Muito obrigada. E foram embora satisfeitas e alegres. Lembrei—me de Newiltom e de jota Pinheiro. Que sempre me disseram que sei de tudo.

domingo, 4 de outubro de 2020

 

O JOVEM QUE TOCAVA BANJO.

Por Honorato Ribeiro dos Santos.

Eu criei uma escola de música e dela saiu um jovem que acompanhava bem tocando banjo e acompanhava qualquer música, mesmo aquelas que ele nunca ouviu. Tornou-se famoso com este instrumento. Chegou aqui, vendo de Bom Jesus da Lapa, um excelente músico de trombone e pistão. Ele era bom mesmo e tocava com perfeição. Tornamo-nos amigos e sempre lhe acompanhava, com meu violão, os choros que ele tocava. Mas eu falei com ele, que eu tinha um aluno, que tocava banjo divinamente bem e tinha um bom ouvido. Então ele me pediu para eu lhe apresentar e eu o apresentei e ele disse: Amanhã eu estarei tocando no Bar Dois Irmãos e gostaria que você fosse me acompanhar. Então, este meu aluno respondeu—lhe: Vou e já ouvi a sua fama. E assim combinaram e o bar encheu de gente para ouvir os dois tocando e o trombonista quis lhe desafiar e tocou um choro difícil para o meu aluno lhe acompanha com o banjo. O choro foi Brasileirinho de Waldir Azevedo. Mas o meu aluno já conhecia o choro e foi fácil lhe acompanhar. Mas o músico do trombone vendo que meu aluno era bom mesmo, ele mudava para vários tons, tocando a música: Brasileirinho, a fim de derrubá—lo, mas ele acompanhou normalmente. Mas o trombonista mudou para outro choro e mais difícil para acompanhar: Espinha de Bacalhau. Mas o meu aluno não ficou nervoso, mas alegre de ouvir um sujeito tocar bem com o trombone o choro Brasileirinho e Espinha de Bacalhau. Quando o trombonista viu que não derribava, parou e lhe abraçou e disse—lhe: Contaram—me que você era bom tocador de banjo e acompanhava qualquer choro; e fiz tudo para lhe derribar, mas não consegui. Parabéns, e abraçou o músico do banjo, que era meu aluno. Depois ele disse: Puderas! O seu professor de música é o melhor que já vi por esta redondeza. Honorato Ribeiro dos Santos. E ele me falou que você era bom mesmo. Bem, agora eu vou dizer quem era este músico de trombone e o músico do banjo. O meu aluno do banjo era João Alves dos Santos, conhecido por Dão Popô. E o  amigo do trombone era Nadinho de Bom Jesus da Lapa. Muita gente daqui de Carinhanha o conheceu. Ele era bom mesmo. Até hoje eu não conheço nenhum músico de trombone tocar igual o Nadinho. Eu ensinei muita gente tocar violão, banjo, bandolim, cavaquinho e instrumento de sopro. Mas o mundo é assim, a gente faz o bem e recebe o mal. Dois alunos meus de Correntina que ensinei tocar por música violão, tornaram meus inimigos. Sem eu fazer nada ou falar mal deles. O primeiro me chamou de comunista, fascista, porque, segundo ele, eu sou puxa saco e fanático de Jair Bolsonaro. Fui eu que lhe ensinei a tocar violão e ele se tornou famoso em SP. Eu há muitos anos que não voto em ninguém, mas se eu votasse nele, sou livre e a Constituição Brasileira diz que somos livres de ir e vir e de ser livre democraticamente de votar em quem quiser. O outro foi meu aluno de violão e veio aqui 4 vezes e ficou em minha casa como se estivesse numa pensão, pois fiz questão de comprar alimento em iguarias como pobre que sou. Mas não sou melhor que Jesus Cristo que teve mais inimigos de que amigos. Não pense você que irá fazer o bem a alguém para receber flores.

hagaribeiro.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

 

SAUDADE É UMA DOR INTERNA, QUE NÃO HÁ MÉDICO PARA CURÁ—LA.

Crônica por Honorato Ribeiro dos Santos.

Eu sinto esta dor, quando eu me lembro de tantos amigos que tive, por onde eu andei e por onde deixei o meu rastro como um artista, e ora como artífice. Nunca me esqueci de nenhuma deles. Guardo as suas fisionomias e suas perspectivas vivas que me dá uma dor que não há médico que possa curá—las. Em outros países que não falam o nosso idioma, não sentem saudades de ninguém e eles não conhecem esta palavra tão doce que se chama saudade. A palavra que eles sentem por alguém se chama lembrança. Lembrança não sente dor nenhuma de alguém que amou ou foram seus amigos. Existem duas palavras que a gente confunde uma com a outra: Amar a, ou gostar de. Vou descrever cada uma delas e verão a diferença enorme de uma para a outra. A primeira é amar, que é um verbo.  Verbo amar da primeira conjugação terminada em ar. Amar alguém não é apaixonar por alguém. Amar é mais profundo e mais difícil de destruir, pois quem ama sabe sofrer com paciência e não vê defeito nenhum naquele que ama. Tudo é belo, tudo é gostoso, tudo é como perfume de olor. Tudo finda, tudo acaba, mas o amor permanece no coração daquele que ama. Vou repeti uma frase que encaixa bem no que estou escrevendo sobre o que é mesmo amor. “O amor é como o sândalo, que perfuma o machado que o fere”. Eu escrevi numa tabuazinha esta frase, e vendi para muito muita gente: “Sede como o sândalo, que perfuma o machado que o fere”. E nesta tabuazinha eu fabriquei um machado com o cabo e um pedaço de madeira e o machado ficado na madeira, como se estivesse cortando—a. Eu envernizei e preguei na tabuazinha o pedaço de pau e o machado e o povo comprava e punha na parede da sala. É uma boa filosofia de vida. Parece bem com o conselho que Jesus nos deu: “Se lhe bater na sua face direita, dê a esquerda”. Isto é, não revisa o tapa, que alguém lhe deu no seu rosto. Isto significa que o amor é para quem sabe perdoar, quem sabe viver com amor. Lembro-me que a irmã Dulce em Salvador, capital da Bahia, saiu a todo comércio pedindo ajuda para criar e educar com amor e dedicação; o que ela criou, educando crianças pobres e jovens abandonados daquela capital baiana. Ela em sua vida não soubera o que é sofrimento, mas dos outros ela sentiu o tempo todo o que o Vaticano já considerou como santa Dulce dos pobres. Certa vez ela chegou a uma loja de um rico e pediu--lhe ajuda para seus garotos pobres. O sujeito obtuso cuspiu no rosto dela e disse-lhe: Olha aqui a Judá que você está pedindo. Ela, calmamente, tirou o lenço, e enxugou o rosto e disse para o sujeito: Esta esmola é para mim, mas estou pedindo para meus filhos pobrezinhos, e saiu. A resposta de amor que ela respondeu àquele mal educado, sentiu vergonha e saltou o balcão e correu atrás da irmã Dulce, pediu-lhe perdão e deu o dinheiro a ela e disse-lhe: Todas às vezes que a senhora sair pedindo ajuda para seus filhos pobres, não se esqueça de passar lá na minha loja, que sempre estarei para lhe ajudar. O amor transforma o coração de pedra em coração de carne. O amor transforma o mau em bom e transforma o imperfeito no perfeito. Não há explicação para explicar o que é amar alguém, mesmo sendo seu inimigo. Eu aprendi perdoar os que se tornaram em meus inimigos sem que houvesse nenhuma discussão ofensiva ente mim e eles. Eu oro para que eles se convertam e reconheçam que somos caveiras iguais e o dono de nossa vida se chama Deus. E digo como São Paulo: “O meu viver é Cristo, e morrer para mim é lucro”.