sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A POLIFOBIA.



CORDEL DA POLIFOBIA.
Honorato Ribeiro dos Santos.

Quem não tem papa na língua
Olhe e preste sua atenção,
Pois eu vou narrar agora,
Pro Brasil, nossa nação;
Quem te viu e quem te vê,
Dê a ele o que bem merecer
Mas não culpe sem razão.

Ser professor ou polícia
É pedra de construção;
O primeiro ganha pouco,
O segundo dá proteção:
A sociedade precisa
Da polícia bem ativa
Pra defender a Nação.

A Constituição diz:
Pode ir e vir, cidadão,
Porém o povo está preso,
Sem sair da sua prisão.
A prisão é o próprio lar
É também o seu altar
Pedindo a Deus proteção.

Quando sai para o trabalho
Ou pra comprar o seu pão
Não sabe se volta à casa
É assaltado por ladrão.
Se correr o bicho pega
Se pegar irá pro brega
Compra logo seu caixão.

Gera ódio e vingança
Da polícia e do ladrão
Do assaltante e do bandido
Quem dos dois terá razão?
Voz que clama no deserto
Ninguém sabe quem tá certo
Se é a polícia ou o arrastão.

Será que é “os anos de chumbo”?
Preconceito é aversão
Pois virou ódio e descrédito
Vandalismo sem punição.
Crianças assassinadas
A polícia é condenada
Seja soldado ou capitão.
Nos setores da política
A artificiosa construção
Ideológica de setores
Na mídia é aprovação
E na academia vigente
O comando é valente
E manda entrar em ação.

Em sua torre de marfim
Vivem como em paraíso
Batem palmas ao sucesso
Abrem logo seu sorriso
Tiroteio nas favelas
Corre logo a sentinela
Bala perdida é prejuízo.

Diz: “atirei no que vi”
Fala o dito popular
“E matei o que não vi”
Bala perdida a matar
Bala saiu do fuzil
A perícia vem sutil
Pra descobrir e culpar.

Ora a bala foi da polícia
Ora a bala é do bandido
Não se dá vida pro morto
E o povo fica perdido
Justiça é bicho preguiça
É carro velho que inguiça
E o povo está falido.

Abusar de tal poder
Dos sem fardas dos fardados
Dos seus tronos os políticos
Lamentam calmos, gelados...
Tráfico de droga entrando
Polícia mata enfrentando
Criminosos e drogados.

A reforma nunca sai
Do papel do parlamento
Código civil caduco
De tão velho azedou o fermento
O povo ta em aflição
Subindo tudo é inflação
E o povo vive em sofrimento.

Ladrão de galinha é preso
Quem rouba pão dar prisão
Vai ver o sol bem quadrado
E a propina é Mensalão
Quatro pro cento estão presos
E o restante fica ilesos
E a honra virou carvão.

“Isto é golpe” é a falácia
Da monarca da Nação
E o povo sem segurança
Ta falida a educação.
A saúde para o povo
Grita logo pro socorro
Morre à míngua o cidadão.

No Parlamento o discurso
Um acusa e outro defende
Uns defendem os corruptos
Do seu partido vigente
Ninguém defende o Brasil
A reforma virou pernil
Nem soldado tem patente.

O Cunha sendo acusado
Continua ser Presidente
O Renan está na lista
Mas calaram de repente
O jogo da Mídia é forte
Pula logo no cangote
jogo duro e prepotente.

A polícia federal
Faz boa investigação
O juiz Mouro atuante
Cumpre a lei desta Nação
Procurador da Justiça
Cita quem está na lista
Quem cometeu corrupção.

A baderna se alastrou
Aqui e lá na capital
Do Brasil faz reunião
Faz de conta que é normal
A ladroagem da propina
Virou tudo ave rapina
É contado no jornal.

O Golpe vem lá de cima
Donde vem da oposição?!
Recebeu do Lava Jato
A propina pra eleição
Cabe agora ao Tribunal
De Brasília a capital
Condenar quem é ladrão.

Quem tiver rabo de palha
Do fogo se afastará
“Quem não cometeu pecado”
“Atire a pedra” pra alvejar.
Tirou a vergonha da cara
E a moral ficou bem cara
A culpa agora tem que pagar.

Do lado de lá e de cá
Não escapará um sequer
É claro, há exceção
Há muita gente que quer
Retirar do parlamento
O imoral mau elemento
Com justiça, doa a quem doer.

A educação ta capenga
E a inflação a galopar
Ninguém mais se preocupa
Se a polícia vai algemar
Bandido tem mais poder
E a polifobia a crescer
E quem vai politizar?

Cadê a credibilidade
Do País lá noutro mundo?
Do poço, quem vai tirar?
Está com sono profundo!
Acorda, acorda Brasil!
O porvir tem cor de anil!
E as notícias saem do fundo.

Escândalo todo o dia
São as notícias dos jornais
Mais um recebeu propina
Não diz que são marginais.
Quem tem poder, pode tudo
Os laranjas ficam mudos
Os daqui e das capitais.

As chantagens se alardeiam
Não fale de mim, então,
Se calar não me cassando
Eu retiro cá acusação
Uma mão lava-se a outra
Nos olhos pinga a gota
Não vai haver cassação.

A escolha foi legal
Tomou posse a presidente
Pra governar bem seu povo
E o povo ficou contente.
Porém veio o Mensalão
E o povo sem comer pão
Pois roubaram de repente.

Então veio o Lava Jato
A Federal investigou
Primeiro os empresários
Depois a corda esticou
A polícia não prendeu
Um terço de quem lambeu
Da Petrobrás que furtou.

Cabe a agora a justiça vir
Punir logo os infratores
Quem roubou nosso dinheiro
Devolver aos promotores
O dinheiro do Lava Jato
Não deva ficar barato
Nosso dinheiro de dores.

 Um rei em Israel orou:
Deus, dá-me sabedoria
Um rei não tem muita força
Sem a sua, morreria!
A prece de Salomão
Com fé igual de Sansão
Deus o ouviu com alegria.

Aqui no Brasil, governo
Não faz nenhuma oração
Quer caminhar com seus pés
Sem nenhuma proteção.
Tem que ser abençoado
Protegido e agraciado
Por Deus pedindo perdão.

Errou tanto este governo
Mas não fala pra Nação
Que só queria o poder
E recebeu na sua mão
Gastou dinheiro da Caixa
E o Brasil está em baixa
Sem nenhuma solução.

Pedir perdão, eu não?
Isto é humilhação!
O povo já está feliz!
Bolsa família e pão...
Agora, querer me cassar!
É golpe de massacrar!
Sou forte, não desisto não.

O futuro irá dizer
A justiça está alerta
A Federal não se cansa
Investigará na certa.
O Brasil tem que crescer
E o povo irá agradecer
A Deus com enorme festa.

Gigante é nosso Brasil
Canta o povo brasileiro
Que sonha sair do embargo
E também desse atoleiro
Rogo aos parlamentares
Que ajoelhem aos alteres
Mudem o alvo verdadeiro.

Vou terminar minha história
Pedindo-lhes união
Fazendo uma boa reforma
Saia do caos a Nação
Não defenda seu partido
Defenda o Brasil querido
Abracem-nos como irmão.

Exaltemos a nossa mãe
Padroeira do Brasil
Que interceda a Deus por nós
E assim, sim, será feliz
Nosso povo brasileiro
Acende a vela ou candeeiro
Olha que céu cor de anil!

FIM. 






















segunda-feira, 17 de agosto de 2015

MARIA, A MÃE DE JESUS.



VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DE MARIA, A MÃE DE JESUS?
Por Honorato Ribeiro dos Santos.
 Deus, ao criar a humanidade, criou-a perfeita à sua semelhança para ser feliz no paraíso terrestre e depois se ascender ao paraíso celestial, ou seja, o Reino dos Céus. Não querendo ser feliz, o homem (homem, mulher e filhos) sendo livre afastou-se da perfeição a que foi feita e criou a morte, a infelicidade, a dor e perda da salvação.
No livro dos Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, Deus sentindo a queda da humanidade prometeu resgatá-la através de uma mulher, que iria esmagar a cabeça da serpente, figura simbólica do mal, que os primeiros viventes cometeram, a fim de que Deus se tornasse humano nascendo de uma mulher, que não inspirou o ar poluído, contaminado pelo erro cometido pelos que não quiseram ser perfeitos e santos como o foram criados pelo Criador.
No livro do Apocalipse, o último livro da Bíblia, relata a mesma mulher que iria dar à luz o Deus humanado. Veja o relato: “Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma mulher revestida de sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.”
O profeta Isaias diz: “Uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus conosco”. E o profeta Miquéias diz: “Mas tu, Belém, tão pequena entre os clãs de Judá, é de ti que sairá para mim aquele que é chamado a governar Israel. Suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado. Por isso, Deus os deixará, até o tempo em que der à luz aquela (virgem) que há de dar à luz.” Lucas inspirado escreve: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada – noiva – com um homem que se chamava José, da casa de Davi; - descendente de Davi – e o nome da virgem era Maria. Entrando, o anjo disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.” Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação. O anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó, e seu reino não terá fim.” E Maria, depois de dizer ao anjo, eis, aqui, a seva do Senhor, ela alegremente cantou o magnificat: “Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exalta em Deus, meu Salvador, porque olhou para a sua pobre serva. Por isso, desde agora, me proclamarão bem aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo”. Com o cântico do Magnificat, Maria se tornou, depois de Jesus, a mulher mais exaltada, mais louvada e venerada entre os cristãos. Izabel, sua parenta, quando Maria foi lhe visitar e entrando na casa e a saudou, ela que estava grávida de seis meses, o menino – João Batista – estremeceu no seu seio – de alegria – e Isabel cheia do Espírito Santo disse-lhe: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor? Pois, assim que a voz de tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria no meu seio.”
Maria cuidou, zelou, preocupou por seu filho Jesus e foi a primeira discípula dele. Acompanhou-o em todas as suas andanças até o pé da cruz, quando ele se entregou e morreu por toda a humanidade. Mas essa humanidade que ele morreu a morte mais bárbara é preciso bastante cooperação da parte da humanidade a se tornar vivendo os seus ensinamentos e se transformar em verdadeira testemunha do Reino de Deus. Entendemos que somente os que aceitam viver a vida cristã é que são salvos. Ao exemplo para a humanidade está Maria, a teotókos, (geradora de Deus) a servidora, que não cometeu nenhum pecado para que Deus a escolhesse para gerar o seu Filho primogênito. Posso afirmar-lhe que até hoje não sabemos nada sobre o nascimento,
2ª PARTE. VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DE MARIA, A MÃE DE JESUS?
Por Honorato Ribeiro dos santos.
Que dia nasceu Maria, que dia morreu, onde foi sepultada, onde está o seu túmulo, pois nenhum cristão ou peregrinação, na terra santa, visitam o túmulo de Maria, porque não o encontraram até os dias de hoje. Existe a peregrinação ao túmulo de Jesus em Jerusalém, mas não ao túmulo de sua mãe. Porque não se sabe onde foi sepultada e ninguém encontrou em lugar nenhum o seu túmulo. Não sabemos se era bonita ou tinha os dentes alvos, pois ela era uma mulher que nunca visitou salão de beleza e nunca teve vaidade para ser bonita como as mulheres deste mundo. Maria era simples, servidora, mãos para os trabalhos domésticos. A beleza de Maria é o seu coração de mulher santa e que ama e é apaixonada por aqueles (as) que sempre estão a louvá-la, a exaltá-la, a imitá-la. A beleza de Maria é escatológica; não é exterior, mas interiorizada ao seu filho Jesus. Desde a Idade Média que o povo, os cristãos do oriente chamavam-na de Assunta aos céus. Por isso, a Igreja, através do papa Pio XII, oficializou e proclamou a assunção de Maria aos céus; os anjos vieram buscá-la, pois não poderia morrer a morte como a nossa. Ela não sofreu a dor da morte, mas como num sono foi desperta pelos anjos que a levaram de corpo e alma para junto de seu Filho, Jesus Cristo. Alguém poderá questionar: Jesus sofreu e morreu, e Maria não? Respondemos: Jesus, o Novo Adão, morreu porque assumiu todo o pecado da humanidade; matou a morte que a humanidade criou e venceu destruindo-lhe para ressuscitar gloriosamente. Ressuscitando, deu-nos a vida eterna pela sua ressurreição. Assim nós morremos com Cristo e ressuscitamos com ele para nosso maior prêmio. Como Maria não assumiu os nossos pecados, e não podia, é óbvio, pois não é uma deusa, entretanto, como não cometeu nenhum pecado, logo, não morreu como a paga do pecado. Como disse Paulo: “A morte é a paga do pecado.” Maria é imaculada porque não cometeu nenhum pecado. Esta é a mulher do Gênesis, do Apocalipse e mãe da Igreja e de todos nós que somos irmãos de Jesus Cristo como primícias de sua ressurreição. Maria é a mulher do Apocalipse, e a escolhida por Deus no livro dos Gênesis. Deus a conservou pura e imaculada, para que em seu ventre bendito e puro gerasse o Deus conosco, o Emanuel. Deus escolheu a Maria porque ela cooperou com Deus não cometendo o pecado que nasceu da escolha de Eva; por isso a igreja chama-a de a Nova Eva, que gerou no seu seio bendito e puro o Salvador da Humanidade, Jesus Cristo, o teologúmeno, palavra grega que significa de duas naturezas: divina e humana. Os teólogos chamam-na de “Teotókos”, palavra de origem grega, que significa a geradora de Deus, Jesus Cristo. A Igreja Católica, ao estudar profundamente a vida vivida por Maria, a cheia de raças, que usam vários títulos: Nossa Senhora das Graças, Mãe dos Homens, Aparecida, N. S. das Dores, esta foi a primeira, e tantos títulos dela, mas é a mesma Maria e ela atende a todos seus filhos que lhe rogam proteção por sê-la a mais próxima de Deus nos céus.     

sábado, 15 de agosto de 2015

NOMES DAS CIDADES BAIANAS.




Pesquisadas por Honorato Ribeiro dos Santos.

Abaré foi emancipada em 19 de setembro de 1962. América Dourada emancipada no dia 25 de fevereiro de 1985. Angical fica à margem esquerda do rio São Francisco e emancipada em 1891. Baianópolis foi emancipada em 1962. Barra, conhecida por Cidade da Barra à margem esquerda do rio São Francisco, emancipada em 1830. Barra dos Mendes emancipada em 14 de agosto de 1959. Barreira emancipada em 1891. Barro Alto emancipado em 10 de maio de 1985. Bom Jesus da Lapa à margem direita do rio São Francisco emancipada em 1923. Boninal emancipada em 1961. Bonito emancipado em 1989. Boquira emancipada em 1962. Botuporã emancipado em 1943. Brejolândia emancipada em 1962. Brotas de Macaúbas emancipado em 1878. Buritirama emancipada em 1985. Caetité emancipado em 1867. Cafarnaum emancipada a 19 de julho de 1962. Campo Alegre de Lourdes emancipado em 1962. Campo Formoso emancipado 1880. Canápolis emancipado em 1962. Canarana emancipado em 16 de julho de 1962. Candiba emancipado em 1962. Carinhanha à marem esquerda do rio São Francisco foi emancipada em 17 de agosto de 1909. Casa Nova emancipado em 1931. Catolândia emancipada em 1892. Caturama emancipada em 1989. Central emancipada em 12 de agosto de 1958. Chorrochó emancipada em 12 de dezembro de 1952. Cocos emancipado em 1958. Coribe foi emancipado em 1958. Correntina emancipada em 1866. Cotegipe emancipado em 1820. Cristópolis emancipado em 1962. Curaçá emancipada em 1832. Érico Cardoso emancipado em 1878. Feira da Mata emancipada em 1989. Formosa do Rio Preto emancipada em 1961. Gentio do Ouro emancipado em 30 de dezembro de 1953. Glória emancipada em 30 de março de 1938. Guanambi emancipado em 14 de agosto de 1919. Ibipeba emancipada em 07 de abril de 1963. Ibipitanga emancipado em 1937. Ibitiara emancipada em 1934. Ibititá emancipada em 17 de outubro de 1961. Ibotirama emancipada em 1931. Igaporã emancipada em 1958. Ipupiara emancipada em 1958. Irecê emancipada em 31 de maio de 1933. Itaguaçu da Bahia emancipada em 24 de fevereiro de 1989. Iuiú emancipado em 1989. Jaborandi emancipada em 1985. Jacaraci emancipada em 1880. Jacobina emancipada em 1880. Jaguarari emancipada em 1933. Jeremoabo emancipado em 06 de julho de 1925. João Dourado emancipado em 09 de maior de 1985. Juazeiro emancipado em 1833. Jussara emancipada em 07 de abril de 1963. Lapão emancipado em 09 de maio de 1985. Macaúbas emancipada em 1832. Macurubé emancipada em 27 de julho de 1962. Malhada emancipada em 1961. Mansidão emancipada em 1985. Matina emancipada em 05 de abril de 1989. Miguel Calmon emancipado em1897. Mirangaba emancipada em 1943. Morpará emancipado em 1962. Morro do Chapéu emancipado em 1865. Mortuaba emancipada em 1943. Mulungu do Morro emancipado em 13 de junho de 1989. Muquém do São Francisco emancipado em 1986. Novo Horizonte emancipado em 1989. Oliveira dos Brejinhos emancipado em 1865. Ourolândia emancipado em 1989. Palmas de Monte Alto emancipado em 19 de maio de 1840. Parnamirim emancipado em 1909. Paratinga emancipada em 25 de junho de 1897. Paulo Afonso emancipado em 28 de julho de 1958. Pedro Aleixo emancipado em 28 de julho de 1962. Piatã emancipado em 1842. Pilão Arcado emancipado em 1938. Pindaí emancipado em 20 de fevereiro de 1962. Presidente Dutra emancipado em 07 de abril de 1963. Remanso emancipado em 1857. Riachão das Neves emancipado em 1962. Riacho de Santana emancipado em 1775. Rio de Contas emancipado em 1744. Rio de Pires emancipado em 1961. Roelas emancipado em 30 de julho de 1962. Santa Brígida emancipada em  27 de julho de 1962. Santa Maria da Vitória emancipada em 1888. Santana emancipada em  1890. Santa Maria de Cássia emancipada em 1804. São Desidério emancipado em 1962. São Félix do Coribe emancipado em 1989. São Gabriel emancipado em 25 de fevereiro de 1995. Seabra emancipada em 1891. Sebastião Laranjeira emancipado em 30 de julho de 1962. Sento Sé emancipada em 1832. Serra do Ramalho emancipada em 1989. Serra Dourada emancipada em 1962. Sítio do Mato emancipado em 1989. Sobradinho emancipado em 1989. Souto Soares emancipado em 1962. Tabocas do Brejo Velho emancipada em 1962. Tanque Novo emancipado em 1985. Uauá emancipado em 30 de março de 1938. Uibuí emancipado em 07 de abril de 1963. Umburanas emancipada em 1989.  Urandi emancipado em 1918. Várzea Nova emancipada em 1985. Wanderley emancipado em 1985.  Por ordem alfabeta o último município é Xique-xique emancipado em 23 de outubro de 1834. Aqui está as cidades da Bahia cuja capital é SALVADOR.

sábado, 8 de agosto de 2015

DIA DOS PAIS



MEU PAI, MEU PROFESSOR.
Por Honorato Ribeiro dos Santos.

Eu nasci de um eterno amor conjugal. Corri a corrida de uma olimpíada e concorri a um prêmio mais valioso entre todos os corredores. Milhões correram numa carreira de herói, mas, obviamente, ao chegar à porta de entrada para que houvesse ganho o maior prêmio, fui eu o vencedor. E, todavia, depois que a porta fechou, tornei-me insubstituível, eternamente premiado para que eu pudesse ser o EU que sou diferente de cada ser existente na terra. E isso, em primeiro lugar eu agradeço ao Criador que me ajudou a correr como o maior herói e ganhar o maior prêmio: ser EU mesmo com toda a perfeição. Em segundo lugar tenho de agradeceu a meu pai que escolheu bem a minha mãe para que me gerasse; por nove meses estive alimentando com a mesma alimentação de minha mãe. Quando ao cabo dos noves meses, eu cheguei chorando por causa da luz. Mas agora eu precisava de outra luz sobrenatural e ganhei gratuitamente: o batismo que me tornei enxerto do corpo Místico do homem que nos ensinou a viver a vida do seu Reino. Mas tudo isto é-me honroso a afirmar que nasci num lar autêntico onde o meu pai soubera me conduzir para que eu fosse um cidadão daqui e de lá onde eternamente é a minha morada. Não tinha senão a dizer e a escrever este texto, hoje, o DIA DOS PAIS. Parabenizo todos os pais neste dia em que se comemora o seu dia. Obrigado meu pai.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A JOVEM MARIANA SUICIDOU-SE.



O AMOR DE MARIANA.
Conto de Honorato Ribeiro dos Santos.

O capitão Rômulo Dias, fazendeiro bastante rico, proprietário de muitas terras, casado com Joana Dias, tiveram vários filhos, os quais lhe obedeciam. Os filhos estavam sempre na labuta junto do pai, mas moravam todos na cidade. De quando em quando eles sempre iam à fazenda ajudar o pai. O casal tinha três filhas, todas bonitas e bem prendadas. A sua educação, como sempre era dos coronéis, rígida, principalmente para com as filhas. O sim era sim, e não era não, todos teriam de lhe obedecer. A mais bonita entre as três era a caçula que tinha o nome de Mariana. O povo da cidade gostava bastante dela por ser muito educada e sempre sorridente e alegre para com todos. Dia em que saiu a passeio pela rua da pequena cidade, Mariana se encontrou com um rapaz e olhando bem para ele ficou enamorada e caidinha por ele. Ele era de família média e se chamava Antônio José. O encontro foi maravilhoso para Mariana que apaixonou por aquele rapaz. O namora à escondidas foi crescendo o amor um para com o outro. Mariana sabia que seu pai era durão e se um dia descobrisse esse namoro iria proibir. Mas ela estava mesmo apaixonada e sonhava um dia se casar com Antônio José. Entretanto, havia um obstáculo muito grande em se realizar o casamento. Conhecia bem seu pai, e, se ele não fosse com a cara do jovem, Antônio José, claro, daria a dura sentença de desmanchar imediatamente o namoro dela ao jovem, seu “Romeu”. Mas ela estava decidida de enfrentar o sim ou o não do capitão, seu pai. Decidida e com coragem de um amor ardente que tinha pelo rapaz, chamou seu pai e disse-lhe:
-Pai, eu estou namorando Antônio José e ele quer casar comigo. Estamos apaixonados e decidimos a casar com o seu consentimento.
-Quem é este rapaz, Mariana?
-É Antônio José e o senhor o conhece e a sua família.
-Ora, ora, Mariana! Você é jovem, bonita e não sabe escolher. Você não conhece esse rapaz.
-Conheço, pai, ele é muito bom e educado e me ama.
-Não, Mariana, você acha que o conhece, mas não sabe quem o é. Portanto, já vou lhe dizendo para você terminar esse namoro imediatamente.
-Mas meu pai, ele gosta de mim e eu dele?
-Mas já dei minha palavra que não aceito e você terá de me obedecer. Não adianta mais falar nesse assunto comigo. Termine e ponto final.
Mariana se encolheu no quarto a chorar e a se lamentar com a resposta dura de seu pai. Ela sabia que o não dele era definidamente. Não adiantava mais falar com ele. O velho era durão. Mas Ela resolveu à escondidas se encontrar com Antônio José. Foi passando os dias, meses até que o pai, o capitão Rômulo, descobriu. As coisas mudaram para pior e o pai dela levou Mariana para a fazenda para que ela não encontrasse mais com o namorado. Mariana não dormia e sonhava com seu belo amado. Estava apaixonada pelo rapaz. Não tinha mais alegria e ficou taciturna durante a estada naquela fazenda. Mas, quando a mocinha de dezoito anos se apaixona, não há obstáculo para impedir o seu coração de amar e a cabeça deixar de pensar um segundo sequer. Mas um dia ela levantou cedo, escovou os dentes, tomou café e resolveu enfrentar seu pai. Ele estava deitado na rede e ela disse-lhe:
-Pai, leva-me para a cidade, pois não aguento mais viver sem ver Antônio José.
-Já lhe disse que eu não quero esse namoro com aquele rapaz, Mariana, e você insiste?
-Mas eu o amor, meu pai, e estou sofrendo porque quero me casar com ele.
-Mas eu já decidi que não aceito; por isso eu lhe trouxe para cá, a fim de que você pudesse se esquecer desse rapaz.
-Mas não consigo, pai, e o senhor não entende, quando um coração apaixona por alguém! Estou sofrendo, não durmo, não tenho apetite e nem alegria.
-Mas com o tempo você irá esquecê-lo.
-Não vou, não, pai, não vou mesmo. Sem ele não adianta eu viver.
-Não discuta comigo.
-É esta a sua última decisão, pai?
-É e não quero mais ouvir você falar nesse rapaz. Vá para o quarto e me deixe em paz.
Mariana se recolheu e ficou chorando. As horas foram passando, até chegou meio dia. Hora do almoço. O pai foi lhe chamar para almoçar e encontro seu corpo gelado estendido no chão. Mariana tinha bebido veneno e se suicidou. Morreu ainda jovem pelo grande amor que tivera para com seu amado Antônio José.
A lancha chegou ao porto com o corpo da jovem e toda a cidade chorou com a perda daquela jovem querida por todos. Porque seu pai não a compreendeu o grande amor que ela tinha para com o jovem Antônio José. Foi sepultada no cemitério local, mas o povo jamais se esqueceu da bela Mariana. Nem mesmo eu que a conheci, por isso conto esta triste história da linda Mariana.
FIM.

domingo, 19 de julho de 2015

A JOVEM SUZANA.



O PRECONCEITO SOCIAL
4ª Parte.
Calou-se a hipócrita sociedade, bem como a madame e seu marido fantoche que obedecia as arrogâncias de sua esposa; colocou-se a boca na “botija” e as dos machistas também. Todos, hoje, têm Suzana como uma senhora de bem, honrada e bem casada; conservou a sua beleza ao lado do seu esposo e filhos. Casaram-se e vivem muito bem. Ela não perdeu a beleza de que tivera em tempos idos de sua juventude. Não importa o passado, mas o presente sem queixumes do pretérito. O porvir dela foi mais elegante e mais glorioso. Quem a ver hoje, confirmará o que estou falando. E quando vir o seu retrato em tempo de jovem de 18 anos dirá: Puxa! Como Suzana era linda! Era linda demais! Mesmo assim, com a idade que tem hoje, ainda conserva essa beleza natural sem salão de beleza! Conserva desde tempos idos! Seu sorriso é sempre o mesmo e suas “gaitadas” gostosas bem saudáveis! Quem a conheceu em tempos de moça qual uma miss, dirá puxa, não mudou quase nada em relação à sua beleza e o seu sorriso natural em tempos de sua juventude! Vivem hoje como “Romeu e Julieta e seu passado feneceu. São felizes e cheios de paz. Essa é uma história triste e alegre com a quebra do preconceito e do Machismo que existia aqui. O tempo mudou e a sociedade hoje vive a transformação. Não há mais cabaré e nem Rua do Cantinho; prostíbulo e salões de dança na Rua do “Brega” ou “Meu Cantinho”. Hoje é uma linda Praça do Relógio com um enorme palco para shows e festivais como o Canta Vale.
Quem ler essa história e achar que parece com a sua, é pura coincidência.
[Do livro PRINCESA SANFRANCISCANA de Honorato Ribeiro dos Santos].
FIM.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

A JOVEM SUZANA.




O PRECONCEITO SOCIAL.
3ª PARTE.

Se o senhor impedi-la de ela não ir a esse evento eu comunicarei ao meu irmão, seu superior, imediatamente e o senhor, sargento Araújo, irá embora daqui imediatamente e será punido, pois essa sua atitude não é de um delegado e sim de um pau mandado.
-Puxa! Eu não sabia, senhor Samuel, perdoa-me. O senhor sabe como é o interior. Estes políticos têm força; mandou e eu tinha que cumprir, mas eu vou avisar a ele, e a Suzana poderá ir tranquilamente assistir ao jogo.
-Pois, dê o recado para esse senhor quem manda aqui, se é ele ou sou eu. Porque ela irá e ninguém irá impedi-la.
O sargento saiu e foi avisar o chefe político, que, quando ouviu, chamou a esposa e deu-lhe o recado negativo. E a Madame disse para o marido: Então, meu querido esposo, chefe do poder, você vai avisar aos jogadores que não irá mais haver o jogo. Mande suspender imediatamente, pois não podemos ser desafiados. Quero vê-la ir. O marido deu ordem para o sargento suspender o jogo; e não houve mais o campeonato E, desde então, acabou-se, tanto o campeonato como a desistências dos jogadores. O time faliu.
Mas a Madame não satisfeita, quando viu Suzana passeando no jardim da Praça da Matriz com sua irmã, ela mandou todas as moças e jovens saírem do jardim e passear na rua ao lado afastado do passeio do jardim e sua ordem foi cumprida. Era noite de domingo e o jardim estava repleto de moças e rapazes. Foi o maior absurdo que eu já vira em toda a minha vida. Preconceito social!? Machismo!? Nem um, nem outro, mas desrespeito à dignidade da pessoa humana. Graças a Deus que nunca mais houve e não haverá uma baixaria dessa em nossa terra. Mas registro, aqui, como era a nossa Carinhanha do passado: rico é rico; pobre é pobre; elite é elite e pé rapado é pé rapado, prostituta é prostituta, não tem voz e nem vez e nem vida digna de um ser humano. Carnaval de rico, no Clube Recreativo – somente os músicos eram de classe pobre – e o carnaval dos pobres na Liga Operária era de arrombar e o entusiasmo era grande.
Mas a sorte de Suzana estava para chegar e chegou. Um jovem jornalista, poeta e professor, filho dessa terra, muito inteligente, quando chegou aqui, vindo do Rio de Janeiro, e botou os olhos em Suzana, ficou louco de amor. Fez poesias, pois, era um excelente poeta de versos madrigais e fez seresta, acompanhado com o violonista Zé de Patrício, amigo, companheiro de infância, cantando noites altas à sua janela e enviava cartas e mais cartas até que “Davi” derrotou o gigante Golias. O apaixonado “Romeu” Casou-se com sua amada “Julieta” – Suzana -, e dela tiveram filhos e filhas e vivem bem apaixonados um ao outro até hoje.